Molecagem antiga

SÃO PAULO(brincadeira de criança) – Foto enviada pelo blogueiro Nelson de Sá Júnior, de 1992: Schumacher e Brundle numa foto “quase oficial” da Benetton. Michael tinha 23 anos, estava começando. Martin era já um veterano de 33.

Viram? O queixudo não é essa praga que muita gente imagina.

Comentários

  • Tanta gente chata, falando um monte de besteiras (muitas vezes laudas monótonas e sem importância alguma) e criticando o Galvão Bueno. Quanta incoerência!!!
    O escorraçado narrador tem que falar sem parar por quase duas horas, ao vivo, satisfazer aficionados, leigos, chatos, bonzinhos e etc. Queria ver esse tanto de mascador de goma que abunda por aqui no lugar dele. O caos seria total!!!
    Menos ódio, intolerância, ignorância, arrogância e tantas “ânsias”.
    Inteligência já!!!!!!!!!!
    PS: Ninguém entendeu (ou fingiu que) a história do punta-taco. Quem tem ao menos 2 neurônios percebeu o que queria ser dito.

  • Qual o interesse que existe a respeito do Acre a não ser o fato de ser o fim do nada que não levou a lugar nenhum ?
    Esse Tróia deve ser um complexado acreano que sofre de inferioridade social aguda para não perceber isso. Ele deveria esconder sua procedência e melhorar sua consciência ao invéz de divulgá-la em espaços errados movido apenas pelo dezespero infantil de se achar melhor ou mais importante do que realmente é.

  • Se o sapateiro e’ simpatico ou nao nao sei, afinal nao conheco pessoalmente. Eh sem duvida um dos maiores de todos os tempos e tenho a sorte de acompanhar F1 nesse periodo – mas mesmo assim nao tem nada que me faca torcer pro cara depois dos …encontros… que ele teve com Hill em Adelaide (quando errou e devia ter perdido o titulo, inves de tirar o Hill e ainda ficar sorrindo), com Villeneuve em Jerez (ainda bem que dessa vez falhou), com Coulthard na Belgica (pra mim a culpa foi dele mesmo), Montoya em Nurburgring, Barrichello na Austria (e em muitas outras vezes, sem necessidade). Infelizmente pra mim o que marcou foi a parte negativa dele – nao me importa se eh brasileiro, alemao, japones ou mexicano.

  • Capítulo 20 – Municípios e populações do Acre: alguns apontamentos

    369. População e localização do Acre:

    Até 01 de agosto de 2000, segundo dados do IBGE, o Acre tinha uma população de 557.337 pessoas. Deste número, o IBGE apresentou os seguintes dados:

    – 280.647 são homens;
    – 276.690 são mulheres.

    Dos 557.337 habitantes do Acre, 369.796 vivem em áreas urbanas do Acre e 187.541 vivem na zona rural, com uma taxa de crescimento anual de 3,61%.

    Depois da assinatura do Tratado de Petrópolis e com as fronteiras do Acre com a Bolívia delimitadas, a região acreana ficou formada por 191.000 Km2.

    Após a assinatura do Tratado Brasil/Peru de 8 de setembro de 1909, onde o governo brasileiro convenceu o governo peruano a retirar-se de áreas da região acreana, o Acre perdeu terras após as delimitações de suas fronteiras com o Peru. O Acre que era formado por 191.000 Km2, teve sua extensão territorial diminuída para 152.589 Km2, ficando o restante com o Peru. Este acordo definiu de vez as fronteiras do Acre com os países vizinhos do Brasil.

    No entanto, esse número sofreu alterações anos depois. O Estado do Acre possuía até 1999, uma área de 152.589 Km2, representando 3,16% da região amazônica e 1,79% do território brasileiro. Está localizado na parte mais ocidental do Brasil, no sudoeste da Amazônia e no norte brasileiro, limitando-se com os Estados do Amazonas e de Rondônia. Em nível internacional, o Acre limita-se com a Bolívia e o Peru.

    Com relação a Rondônia e Amazonas, o Acre tem os mesmos limites determinados pelo Tratado de Petrópolis, de 17 de novembro de 1903, que estabeleceu o seguinte: “Do Rio Beni na sua confluência com o Mamoré (onde começa o Rio Madeira), para o oeste seguirá a fronteira por uma paralela tirada da sua margem esquerda, na latitude 10º20′, até encontrar as nascentes do Rio Javari”.

    Esta delimitação está determinada no artigo primeiro do Tratado de Petrópolis. É a mesma delimitação acertada entre Brasil e Bolívia em 1867 no Tratado de Ayacucho. Em resumo, é também a mesma Linha Cunha Gomes, de 1898, que reconhecia as terras que estivessem ao sul da mesma como território boliviano, confirmando os mesmos limites entre Brasil e Bolívia demarcados pelo Tratado de Ayacucho de 1867.

    Os limites determinados pela Linha Cunha Gomes eram os seguintes: “Da confluência do Rio Beni com o Rio Mamoré (onde começa o Rio Madeira), para o oeste seguirá a fronteira por uma paralela (linha) tirada da sua margem esquerda, na latitude 10º20′, até encontrar as nascentes do Rio Javari”. Com o Tratado de Petrópolis, esse limite passa a determinar que o Estado do Amazonas ficaria ao norte da Linha Cunha Gomes. Depois das tentativas do Amazonas em incorporar o Acre, sem êxitos, ficaram estabelecidos os limites do Acre com o Amazonas pelo Decreto número 5. 188, de 7 de abril de 1904, que reafirmava ainda a Linha Cunha Gomes, ou seja, ao norte, a linha geodésica Javary-Beni, desde a nascente do Javary até a nova fronteira com a Bolívia no rio Abunã.

    As terras que hoje formam o território do Estado de Rondônia, que fazem fronteira com o Acre, por exemplo, pertenciam ao Amazonas, pois somente em 1945 é que o presidente Getúlio Vargas vai criar o antigo Território do Guaporé, recebendo depois o nome de Rondônia, com terras do Mato Grosso e Amazonas. Os limites estabelecidos pelo Tratado de Petrópolis continuaram prevalecendo. Portanto, as Vilas Extrema e Califórnia sempre pertenceram à Rondônia.

    Os limites do Acre com o Estado do Amazonas estavam traçados com a Linha Cunha Gomes, que era uma linha geodésica. Devido aos poucos estudos geográficos na época, somente a partir de 1940 é que funcionários do IBGE descobriram que as cidades de Tarauacá, Feijó e Sena Madureira estavam ao norte da Linha Cunha Gomes, ou seja, estavam em terras amazonenses. Foi necessário mudar a reta da Linha Cunha Gomes nas alturas dessas cidades acreanas por uma linha quebrada com quatro segmentos adotada pelo IBGE em 1942 (IMAC. Atlas Geográfico Ambiental do Acre. Rio Branco-Acre, 1991, p. 13).

  • O Sapateiro é gente boa! As aparências enganam! Por trás da aparência de queixudo metido a besta, existe uma pessoa bacana, equilibrada, sensível e bem humorada. Infelizmente, acho que ele carrega um pouco do estigma negativo do povo alemão, por isso a antiapatia gratuita que algumas pessoas tem por ele.

  • O Schumacher é o cara, é o cara q tem mais títulos, é o cara q tem mais poles (junto com o Senna, ainda) é o cara que tem mais voltas rápidas e é o cara que ganha + na F-1.

    Quanto ao cara q falou do problema do Massa, lembrai amigo q o Massa já havia rodado antes de ir para os boxes, logo ele perdeu várias posições na corrida e mais ainda quando entrou nos boxes e houve aquele problema, pq o Schumacher pagaria a alguém para sabotar o caro do companheiro q se que o ameaçava visto q já estava pra lá do 5º ou 6º lugar? Q cabecinha de jegue hein?

    É por essas e outras q continuo torcendo pro cara, como já falaram se fosse brasileiro seria o máximo, é alemão, é o demônio. Dois pesos (nacionalidade) duas medidas (nacionalidade).

    Até +

    Paulo

  • Conforme comentado antes…
    de gosto no mínimo duvidoso a foto que o UOL colocou na página sobre Formula1 com o Barrichelo arrumando “as coisas”.
    será que era pra ser engraçado? achei só constrangedor… talvez meu senso de humor esteja fora do eixo hoje…

    PS – foi mal Flavio, sei que não era o assunto, mas não podia passar em branco.

  • atitudes antipáticas todos podem ter, sobretudo quando se está sob os holofotes da imprensa, o que não deve ser moleza!
    mas gostaria que me lembrassem de alguma atitude antipática do schumacher que senna ou piquet também não tivessem tomado ao menos uma vez…

  • Alguns lances me fizeram ter simpatia pelo Schumacher… As suas comemorações no pódio, em seu início na F1… O choro quando igualou o recorde de Ayrton Senna… Adotar um cachorrinho perdido no boxe de Interlagos, e levá-lo para Suiça… Os inúmeros projetos socias e doações (pouca gente valoriza isso, mas ele é um dos maiores colaboradores da UNICEF e ONU), e, o mais legal, toda vez que ganha um G.P., fica sozinho no motorhome, toma umas cervejas e fuma alguns cigarros! Fantástico!

  • Schumacher faz muito bem em guardar o que é dele. O que está em jogo é um campeonato mundial.
    Fora do cockpit, as relações são de amizade, dentro é competição, não importa se o piloto é da mesma equipe ou não.

  • Quem disse que o alemão é antipático???

    Eu torço contra ele, mas dentro dos níveis saudáveis da torcida esportiva.

    É como um torcedor do Corínthians torcer contra o Palmeniras, mesmo que o verdão esteja disputando contra o Arapiraca Matogrossense.

    Torcida é torcida, nada a ver com talento ou simpatia…

  • O Shumacher é tido como antipático aqui porque colocou pilotos brasileiros no “bolso”, se ele fosse brasileiro (como já disseram) seria a simpatia em pessoa o “nosso shumizinho” como adoram dizer por aqui.

  • Flávio, tenho uma prima que mora em Hannover(acho que é assim que escreve) e uma vez perguntei a ela sobre a frieza do povo de lá e fiquei sabendo eles são bastante simpáticos. Vc deve saber mais até do que eu pq viaja o mundo todo…

  • Nunca achei que o Schumacher fosse um cara chato, pelo contrário. O problema é que o cara luta pelo dele, com tudo que tem direito. Se ele fosse brasileiro seria exemplo de carisma, mas como é alemão…

    saudações celestes