Comentários

  • É incrível a credibilidade da Ferrari. Absolutamente NINGUÉM acreditou ou sequer se abalou com a “ameaça” de ela sair. Sem contar que um sem número de pessoas não se importa se ela cumprir a promessa, ou ameaça, sei lá, e um outro sem número até quer que ela saia mesmo.
    Incrível.

  • Já vi este filme ! Em 1987 , com o fim dos motores turbo, ameaçaram ir para a Formula Indy ( construíram até um protótipo) e permaneceram na F1. Toda vez que muda o regulamento é essa chiadeira, principalmente quando eles se sentem prejudicados.

  • Na minha opinião ,para que um motor alternativo viesse a fazer frente ao motor de uma grande corporação ,principalmente tratando-se de uma Mercedes Bens ,que dispensa apresentações ,teria que haver no mercado alguns engenheiros geniais ,que juntos estivessem dispostos a vencer este rival que saidamente por quem não for completamente néscio em automobilismo tem o conhecimento de se tratar de um dos melhores e mais competentes fabricantes do mundo ,sendo seus produtos ,referência a qualquer outro fabricante que se disponha a fazer um carro com vanguarda tecnológica ,classe ,beleza e confiabilidade (e isto do classe A ao S)
    E eu , depois que me retirei do meio e passei a viver em reclusão monástica ,deixei de ter o conhecimento da possível existência deste tipo de engenheiros que já não estivessem empenhados em alguma grande corporação. Mas se existirem ,que tenham “sorte” na empreitada !

  • Conversa pra boi dormir. Novos motores, e com mais simplicidade. A categoria está nas mãos das montadoras. No dia que elas perderem o interesse, tudo cai, é assim que funciona. Tudo tem que funcionar ao interesse do esporte “Tio Bernie”, manda bronca !!!!

  • Os regulamentos imbecis, a babaquice, a história de que “eu sou a maior”, o business x esporte, enfim, esse conjunto todo – inclusive as invenções do Bernie, de longo tempo – colocaram a F1 na situação atual. Ladeira abaixo, e sem freio, destinada ao desastre.
    Essa ocasião se aproxima!
    Sem a Ferrari a F1 acaba.

  • Em meio a tantas lamúrias, numa coisa o Marchionne está certo: é preciso elaborar um regulamento voltado para o entendimento dos engenheiros, não de advogados. Quanto a esse novo velho blefe, é só isso: um blefe. Aconteceu outras vezes e acontecerá tantas outras. No máximo, sairá a marca Ferrari e entrará outra do grupo Fiat no seu lugar, como o próprio dirigente já entregou, sem querer entregar.

    • Pura verdade.
      É só mais uma jogada, inteligente porém muito antiga, para buscar os holofotes durante a entressafra. Quando os motores começarem a roncar na pre-temporada isso acaba. É óbvio que se começar mal na pre-temporada ela vai esticar o assunto mais um pouco. Pelo menos esses carcamanos nos fazem rir um pouco. O mais risível deles é o Zé Cigarreiro Arrivabene. Só fala merda.
      Abs.

  • Olha… a cada 3 ou 4 anos é a mesma história. Ameaça sair porque tá muito complicado o regulamento. Ameaça sair porque tá muito fácil. Ameaça sair porque mudaram o café servido nas reuniões das equipes. Tá ficando chato, já.

  • Montezemolo, é vc?

    Ora, com o chororô quase generalizado, o último que sair apaga a luz, já que a gente assiste F1 de teimoso, porque está difícil… aí quando surge um sopro de esperança que vai voltar a ficar interessante, criam uma regra de pneus que o narrador vai ficar tentando explicar toda corrida pra ninguém entender, o motor genérico ninguém sabe se vai sair ou não (cadê os 1000cv do Bernie???) , e o carro de 2017 vai seguir proposta da Red Bull, conforme disseram (otimização do fluxo de ar, claro, e mais fila indiana em corrida).
    Pneus que não fossem farelentos e aumento do limite de combustível já minimizariam ao menos a questão de performance, porque como já dito por este blog tempos atrás, não tem sentido gastar tanto para andar menos e oferecer um espetáculo pífio desses.

  • O antigo sonho do Bernie sempre foi ter os grandes fabricantes na F1, pois quanto mais grana rola, mais ele fatura.
    Entretanto as corporações não gostam de gastar muito dinheiro por grandes períodos, a maioria sai da categoria depois de um série de maus resultados ou de uma crise financeira, como aconteceu em 2008.
    Ou seja, a F1 não se sustenta como disputa esportiva e como espetáculo sem as equipes independentes, e tem que ser financeiramente viável para estes garagistas, o que não acontece atualmente.
    O regulamento deve mudar para permitir a sobrevivência da categoria.

  • Não entendo. Ferrari e Mercedes gastaram milhões desenvolvendo uma unidade de força, que o próprio Bernie Eclestone queria, e agora repudia? Então agora, como ficou caro demais e apenas quem realmente pode bancar isso, (nem a Renault deu conta), vai ter que retroceder tudo pelo bem do esporte, e quem trabalhou vai ter que retroceder, voltar a tecnologia. Bom se é isso mesmo,, entendo porque Mercedes e Ferrari esperneiam, seria o mesmo que ser feito de trouxa. No Brasil é muito comum, e até entendo que a grande maioria até concorde e ache normal. Mas é esculhambação.

    • Parece que não conhece a história do automobilismo ; A Ferrari já saiu do World Sportcar Championship atual W E C ,por não conseguir ganhar da Porsche ,e não seria tão tola de fugir de uma equipe alemã na F 1 para competir contra duas , muito competentes no W E C e sendo uma delas a que sempre a derrotou ,principalmente na prova mais tradicional da categoria que são as 24 Horas de Le Mans ( a vitória em Le Mans ,vale mais que o campeonato todo) . E olhe que a Ferrari não era derrotada por ter uma macchina qualquer e sim a belíssima e veloz 512 M ou S ,talvez uma das melhores macchinas já produzidas pela casa do cavallino rampante . Brasileiro que conhece muito de futebol e muito pouco de automobilismo ,deixa-se levar por comentários de narradores ignorantes mas ufanistas acreditando que o máximo em automobilismo é a F 1 , mas para europeus e para montadoras são os W E C , D T M , W T C C , B T C C que melhores públicos tem ,pois mostram o carro que podem comprar em uma revenda ,você já viu um F 1 andando na rua ou a venda ,para uso (quase) diário . Realmente ganhar na F 1 dá prestigio ,mas não é fundamental para uma montadora de carros “civis” . E para seu conhecimento o que lançou a Ferrari no mundo dos espotes a motor ,como uma equipe de respeito foi a vitória das 24 Horas de Le Mans de 1949 com a 166 M M (Mille Miglia) ou seja ela nasceu no Sport Car e depois migrou para F 1 e não o contrario .

  • Quem sustenta a atual F1 e o desenvolvimento dos motores da Ferrari e da Mercedes são as equipes médias e pequenas, com o absurdo valor que eles pagam para ter 8 “unidades de potência” durante o ano.
    Agora, se a Ferrari e a Mercedes não estiverem satisfeitas com um motor alternativo (tão potente e mais barulhento que essas obras de engenharia que as duas montadoras produzem) que façam um campeonato só entre elas, com suas regras e regulamentos e deixem a F1. Só que eu não sei quem vai pagar a conta, pois, no momento, não é a Ferrari e nem a Mercedes que pagam e sim o circo da F1..
    A F1 tem que decidir se volta a ser um esporte à motor ou, simplesmente, um desfile de carros com marcas tradicionais.

  • Quer dizer que a Ferrari não pode ficar de joelhos para a F1, mas a F1 pode ficar de joelhos para a Ferrari? Se Bernie for malandro, e é, mete o motor alternativo e manda a Ferrari as favas. Ai veremos se o moço tem culhões! E se tiver, o mundo contiuará girando, dia após dia.