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quinta-feira, 22 de março de 2012 - 17:05Arquitetura & urbanismo, Turismo

ALGUÉM FAÇA ALGO!

SÃO PAULO (como pode?) – Vejam esta matéria no excelente “São Paulo Antiga”, do Douglas Nascimento e da Glaucia de Carvalho. É sobre o abandono da esplêndida estação ferroviária de Cachoeira Paulista, às margens do rio Paraíba. Prédio tombado, que pertence à MRS, que opera a via férrea.

Em qualquer país decente, isso já teria virado um boulevard com bares, cafés, parque. Mas está nas mãos, adivinhem, da iniciativa privada. Que, claro, está cagando um monte para a história. Restaurar e preservar custa dinheiro. O negócio é pegar concessão e encher as burras.

Quando eu for presidente do mundo, vou dar a essa empresa o prazo de um mês para apresentar um projeto de restauração e um ano para transformar a estação numa atração turística da cidade. Se eles não fizerem nada, desaproprio a empresa e casso a concessão. E prendo os donos numa masmorra.

101 comentários

  1. ROBERTO SIQUEIRA disse:

    Flavio, descobri esse post seu pesquisando fotos da estação, que foi marco na minha infância, morava na cidade de Cachoeira Paulista e sempre pegava o trem para o Rio de Janeiro. Hoje moro no RJ, mas não me esqueço daquelas viagens que fazia, era melhor do que viajar de avião. Realmente é um desgosto profundo ver a estação desse jeito e acho que nada foi feito desde que vc publicou esse post…Triste…

  2. juliani disse:

    Reunião Pública da Sociedade Civil para reparos da Estação Ferroviária de Cachoeira Paulista.

    02/04/2013 às 10:00h

    No pátio da Estação Ferroviária de Cachoeira Paulista – SP

    Vocês podem dar alguna apoio?

    Podem dvulgar?

    Podem acompanhar as postagens?

    http://www.facebook.com/events/435495099862252/
    Reunião Pública da Sociedade Civil para reparos da Estação Ferroviária de Cachoeira Paulista.

  3. Cristiano disse:

    Gomes, desculpe ressuscitar o post, mas em Ibiporã (ao lado de Londrina) a estação de trem desativada, que era dos anos 30 e tombada pelo IPHAN, foi restaurada, e também foi criado um complexo com várias atividades. Mas tudo foi feito com verba pública, 1/3 do município, 1/3 federal. O imóvel foi doado pelo governo federal para a prefeitura. A obra foi entregue na semana passadao, e agora funciona como sede de duas secretárias (educação e assistência social) que por lá desenvolvem algumas atividades, tem também museu, centro cultural, auditório e um café (com móveis feito de peroba retirada das velhas arquibancadas do estádio municipal). Evidente que também tinha muito político presente e aquele bla-bla-bla todo, mas foi feito um belo trabalho.

  4. Edmar Ferreira Ferraz disse:

    Eu não sou descrente em relação ao poder público nem ao que se refere à sociedade organizada. Eu só vejo que o “poder de fogo” da liderança (políticos e pessoas não engajadas na política partidária, todos de um modo geral) de Cachoeira é pequeno diante do tamanho do problema que é a restauração da nossa Estação. Ou seja, o problema é muito grande para Cachoeira… Se não buscarmos ajuda externa (governos estadual e federal, entidades privadas, outros possíveis interessados) fica muito difícil resolver isso. A cidade é carente de coisas mais urgentes e importantes, como emprego para os jovens (perspectivas), ensino médio e superior de qualidade, déficit de moradias e imóveis caríssimos, esgoto não tratado e despejado diretamente no Paraíba… Não que a conservação da história e do patrimônio cultural não sejam importantes, é claro que são: mas há necessidades mais prementes ao mesmo tempo em que os recursos e a capacitação das lideranças locais são pequenos diante dos problemas que temos. Mas devemos sim lutar para encontrar uma saída para a nossa estação. Afinal, grande parte das famílias cachoeirenses têm seu passado fincado na EFCB ou RFFSA – a ferrovia faz parte do DNA da cidade.

  5. A culpa na verdade são das várias autoridades que deveriam se envolverem no caso e não o fizeram como prefeitos, presidentes de câmaras e acho até que do Ministério Público que deveria ser o curador dos prédios históricos tombados ou não. E não adianta encontrar culpados: temos que encontrar soluções. convido-o a ver o http://www.estacaoesperança.blogspot.com onde faço algumas referências à nossa estação. Obrigado por compartilhar os mesmo sentimentos sobre a velha e histórica estação. abraços

  6. Edmar Ferreira Ferraz disse:

    Flávio, a Estação NÃO pertence mais à MRS. Ela está sob a guarda (posse) do município de Cachoeira Paulista faz 2 anos (não sei o que é pior…) – veja a seguir:
    ======================================================================
    Fonte => http://www.cachoeirapaulista.sp.gov.br/main.php?logic=noticia.visualizar&id=788

    Indústria, Comércio, Desenvolvimento e Empregos12/02/2010

    Cachoeira Paulista obtém guarda de Estação Ferroviária.

    O prefeito de Cachoeira Paulista, Fabiano Veira, anunciou nesta terça, que foi assinado o termo de posse do prédio da Estação Ferroviária da cidade, a segunda maior do Brasil.
    Com a extinção da RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A), antiga proprietária da Estação de Cachoeira Paulista, conforme a Lei Federal nº 11.483, de 31/05/2007, todos os bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural, oriundos da extinta empresa foram transferidos para a administração, guarda e manutenção do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) – órgão do governo federal, que após um longo processo, através da Secretaria de Patrimônio da União, transferiu o prédio para o município.
    Confira a entrevista com o prefeito cachoeirense Fabiano Vieira:
    Redação: Prefeito, como deu-se o processo de transferência da Estação para a Prefeitura de Cachoeira Paulista?
    FABIANO VIEIRA: Foi um processo longo, pois estamos trabalhando nele desde 2006, quando solicitei ao secretário de Indústria Comércio Desenvolvimento e Empregos, o Dr. Alex Machado que buscasse contatos com o chefe do Escritório Regional da extinta Rede Ferroviária Federal em Juiz de Fora-MG, Senhor Cláudio Belini, que deu prioridade ao inventário referente à Estação da cidade, devido à situação do prédio. Com isto elaboramos um projeto de restauração e toda documentação necessária para que esse patrimônio histórico e cultural fosse transferido para o município.
    Redação: Qual a importância deste fato para cidade?
    FABIANO VIEIRA: É realmente uma data é histórica para a cidade de Cachoeira Paulista, pois após 133 anos de sua inauguração, a Estação Ferroviária, criada por D. Pedro II passa a fazer parte do Patrimônio do Município, ou seja, a partir de agora a Estação, um dos símbolos marcantes da cidade, realmente e juridicamente é da cidade de Cachoeira Paulista, pois antes pertencia a RFFSA. Após quatros anos de luta pela Prefeitura Municipal e de todas as regularizações jurídicas é que conseguimos este presente, não foi fácil, mas a alegria de fazer com que a Estação seja realmente de Cachoeira Paulista é muito grande. Não podíamos aceitar que um dos símbolos maiores de nossa cidade pertencesse a outros.
    Redação: Há uma data para iniciar a restauração do Prédio?
    FABIANO VIEIRA: Ainda não temos datas. Agora começaremos uma nova fase que é a busca dos recursos para a restauração e em contrapartida, a própria Secretaria de Patrimônio da União, através sua Gerência Regional, se comprometeu em nos auxiliar na busca dos recursos para a restauração junto aos Ministérios Federais. Independente disso a prefeitura poderá buscar parceiros (união, estado e empresas privadas) para a restauração da estação. As empresas privadas poderão ser beneficiadas pela Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), através de incentivos fiscais pelo Fundo Nacional de Cultura, onde a empresa participante poderá descontar até 100% (cem por cento) do valor investido em pagamentos de impostos devidos a união. Com isso o sonho de vermos a estação restaurada agora está ainda mais perto de se tornar realidade, pois não temos dúvida de que todos os esforços serão empenhados para que isso se torne concreto, pois a transferência da estação para o município era fator necessário e determinante para conseguirmos os recursos.
    REDAÇÂO: Quais são os planos para o prédio?
    FABIANO VIEIRA:O projeto elaborado pelo arquiteto cachoeirense Felipe Pontes, mostra a totalidade do prédio, que é fantástico. Mas agora é hora de lutarmos para tirá-lo do papel. Como disse o primeiro ponto é a restauração. Enquanto isso estaremos discutindo com a municipalidade o que abrigar no local. É certo que será um espaço voltado para cultura e turismo, com programas direcionados à juventude, pois pensamos no futuro da cidade e o nosso futuro passa pelo Turismo, pela cultura, pela tecnologia, pela comunicação… Pensamos também em parcerias para ativar a circulação no circuito da fé e da Mantiqueira, ativando uma linha de passageiros no trecho Cachoeira – Aparecida – Campos do Jordão, enfim, há muitas idéias. Vamos filtrá-las até chegarmos no que será melhor para o prédio e para a cidade.
    História:
    A ESTAÇÃO: “A Estrada de Ferro Dom Pedro II chegou a Cachoeira em 20/07/1875, abrindo a estação para servir ao terminal navegável do rio Paraíba. A estação recebia de Taubaté uma diligência que trazia os passageiros que desembarcavam nessa estação, na época terminal da linha da E. F. do Norte, e seguiam até Cachoeira.
    A inauguração oficial da ligação ferroviária aconteceu em julho de 1877. Foi nessa época que o atual prédio da estação foi entregue. Em 8/7/1877, um domingo, dez mil pessoas receberam no Brás a chegada dos 500 passageiros da viagem inaugural Rio-São Paulo, em dois trens e quinze carros, com o Conde D’Eu, representando o Imperador e o Conselheiro Homem de Mello, de Pindamonhangaba. Eles partiram do Rio às 6:15 da manhã, com festas, discursos, hinos e rojões, festas que se repetiam nas estações do percurso, embora não tenha o comboio parado em nenhuma delas; apenas parou na de Cachoeira, onde foi feita a baldeação por causa da diferença de bitola.
    Por alguns anos, no final da década de 1940 e início da de 1950, a cidade e a estação se chamaram Valparaíba. Finalmente, o nome se tornou Cachoeira Paulista.
    O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Com a incorporação da EFN pela EFCB (Estrada de Ferro Central do Brasil), em 1890, as bitolas foram unificadas dezoito anos depois, época em que a baldeação na estação de Cachoeira acabou. Estava, infelizmente, abandonada há anos e sendo aos poucos destruída pro vândalos e pela ação do tempo. A Estação está tombada pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), desde o ano de 1982, sendo publicado no diário oficial de 23 de abril de 1982, por isso a cidade não podia restaurá-la.
    A conquista da posse do prédio é esperança de preservação e reativação do local, seja como base turística e cultural bem como um ponto de embarque no trajeto do circuito da fé, e serra da Mantiqueira.
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  7. Nelson disse:

    Até parece que estamos no pais do “QUE PENA”.
    Os passantes acham que deixar a estação no atual estágio de vida (ou morte) é uma “PENA”.
    Quem conhece a história e a estória da estação, que hoje pertence à Prefeitura, tem “PENA” sim dos nossos administradores, que não estão preparados para desafios , que pouco enxergam à frente, que não se arriscam a tomar decisões, que não têm visão futurista.
    Cachoeira, como cidade turística, que faz parte do Circuito Religioso do Vale do Paraiba, com Aparecida, Guaratinguetá, Canas , Lorena e Cruzeiro, deveria utilizar essa estação “pelo menos” para embarque e desembarque dos turistas que viriam em suas andanças em um “trem turístico” que cobrisse esse trajeto.
    É exigir muito?
    Para nosso administradores: SIM.
    Até parece que existem cositas mas. Quem sabe fantasmas.

  8. MSM disse:

    O total descaso com a cultura neste país é decepcionante. Vc tem razão qd escreveu que em outros países decentes este prédio estaria com “vida”. MAs como sabemos, o nosso país está inundado de pessoas “indecentes”, principalmente do pessoal que tem o poder e o dinheiro, mas que só quer se aproveitar (no pior sentido da palavra). O nosso passado é botado abaixo para ser trocado por estes condomínios que parecem spas.

  9. carlos alberto moraes disse:

    manda dar uma olhada em paranapiacaba . tudo quase destruido o museu sobrevive de migalhas . as maquinas a maioria destruida . os patamares de maquinas com cabos de aço estao todas completamente danificadas . se precisarem de mais informaçao ou fotos estou a 15 km da serra .

  10. Rodrigo Martins disse:

    Infelizmente o Brasil não tem a preocupação de preservar sua história… afinal, a arquitetura antiga conta boa parte de nossa história. Pode ser daí que vem a deprimente realidade de depredações e mau uso do espaço público que vemos em nossas cidades. De modo geral, nosso povo ainda não sabe preservar o que é de todos. Esse é o exemplo que recebemos de quem poderia liderar um movimento de mundaça. Imagina como seria passear numa cidade repleta de construções antigas e preservadas, se misturando com a modernidade dos prédios envidraçados e gigantescos. Parece que memória e futuro não conseguem caminhar juntos por aqui.

  11. Carlos Trivellato disse:

    Já fui defensor da preservação do patrimônio histórico desse país, participando de movimentos em prol da restauração de construções de importância histórica em minha cidade, até mesmo por afinidade, pois sou um pretenso professor de história, com diploma pendurado na parede.
    O desgaste e o papel de idiota que se passa é tão grande que, atualmente, meu palpite para esse negócio é o seguinte: Flávio, você quer restaurar o que desse osso, derruba tudo antes que caia em cima de alguém!

  12. Carlos Trivellato disse:

    Já é uma utilidade, uai!

  13. Nelson disse:

    Flávio Gomes:concordo com voce ,ninguém mais do que eu gosto de coisas antigas.Trabalhei durante 30 anos no rio com quadros antigos e antiguidades e sou fascinado principalmente por trens e aviões antigos.Na inglaterra tem museu para tudo e tudo em perfeito estado.A diferença é que aqui os governantes desde a instalação da republica, tratam as coisas publicas como se fossem de ninguem,o descaso sempre foi total,é só ver o estado em que ficou o loyde brasileiro,as estradas de ferro da refsa,atualmente o aeroporto do galeão e tantas coisas mais.Esta estação ferroviaria realmente é muito bonita mas aqui em minas temos centenas precisando de restauração.Não se pode culpar a MRS pelo descaso de mais de 100 anos e querer que ela restaure tudo,primeiro que não é sua finalidade e muito menos sua obrigação,aliás as 2 estações aqui de juiz de fora onde é sua sede foram restauradas e até é mantido um museu ferroviario,em segundo lugar nem o patrimonio total da MRS seria suficiente para corrigir toda esta falta de amor pela nossa história.Portanto proponho o seguinte:lance um abaixo assinado a nivel nacional que eu serei o segundo a rubrica-lo,logo abaixo de voce que proponha o seguinte:Acabar com a burocracia federal,acabar com o IPHAN que simplesmente tomba tudo e depois deixa tombar,e entregar as estações,pontes antigas e demais obras de valor historico e turistico para as prefeituras que deveriam assumir a responsabilidade de conseguir firmas que restaurassem estes lugares e fizessem uso comercial como teatros,lojas,shoppings o que fosse,pagando é logico um valor pelo aluguel do imovel.Seria muito simples só que não dá muito voto.Pense e inicie.Abraços

  14. Costa disse:

    Taí um bom lugar para colocar o institulo Lula…

  15. claudio aun disse:

    Estamos sendo exigentes demais com nossos dirigentes,não cuidam da saúde de seu povo ,e queremos que cuidem do patrimônio !

  16. Luiz Oliveira disse:

    Essa não tem relação com a estação, mas tmb tem dinheiro na jogada…….

    Novo sistema de pedágio dos tucanos permitirá multar quem reduzir a velocidade perto de radar

    Veja que bela novidade o governador do PSDB tem para você!

    Novo sistema de pedágio por km rodado permitirá também saber se motorista percorreu trecho em tempo menor que previsto

    Um dos objetivos é evitar que condutor reduza velocidade apenas quando estiver próximo a radares

    O governo do PSDB de São Paulo vai começar, provavelmente em 2013, a multar os motoristas com base na velocidade média que eles desenvolverem em um determinado trecho.

    Hoje, o condutor é multado apenas se for flagrado acima da velocidade permitida no ponto onde houver radar.

    A nova autuação será possível com o início da cobrança de pedágio por km rodado, baseada na leitura de chip no veículo, chamado “tag”.

    A leitura, por meio de sensores ao longo da via, permitirá detectar quando um veículo entra ou sai da rodovia e ainda a velocidade média desenvolvida em um trecho.

    Por exemplo: se o motorista percorrer 90 km em uma hora em via cuja velocidade máxima é de 80 km/h, é porque dirigia acima do limite.

    RADAR

    Um dos objetivos, diz o governo paulista, é evitar que o condutor reduza a velocidade apenas quando estiver próximo a um radar, cuja localização é informada por placas na via e equipamentos como GPS.

    “Não terá mais aquela coisa de o cara ver o radar e meter o pé [no freio]”, diz o secretário de Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho.

    Com os sensores instalados ao longo das rodovias pedagiadas, o motorista ficará sujeito à punição em toda a via e não mais em um trecho.

    Como o sistema será eletrônico, a Polícia Militar Rodoviária será informada instantaneamente sobre veículos em altíssima velocidade. “Você já manda o sinal para a polícia e ela bloqueia o carro.”

    TESTES

    O novo sistema de pedágio começa a ser testado no próximo dia 9 em algumas rodovias e deverá estar implantado em todo o Estado em 2013.

    A nova forma de multa será uma ferramenta adicional de fiscalização e não implicará no fim imediato dos radares -nem todos os veículos terão a “tag” nos primeiros anos.

    O chip terá a mesma tecnologia do aparelho que o governo federal pretende tornar obrigatório a partir deste ano.

    O Estado ainda avalia a questão legal. Especialistas ouvidos pela gestão dizem não ser necessária nenhuma alteração na lei, mas o governo do estado de São Paulo Geraldo Alckmnin (PSDB) quer se proteger de eventuais contestações judiciais.

    • Microempresário disse:

      Quer dizer que vão dificultar o sagrado direito do cidadão de infringir a lei ???

      Tanta coisa errada, e o cara vem com um argumento desses.

    • Maurício Freitas disse:

      Sr. Luiz Oliveira,

      Ao invés de fazer propaganda política contra ao governo estadual (pelo qual não nutro simpatia, aliás), tente explicar qual o problema de se utilizar a tecnologia para coibir o excesso de velocidade.

  17. Sam Spade disse:

    Concordo 103,74% contigo FG, mas na maioria das vezes para a iniciativa privada (ou mesmo o estado) restaurar essas construções antigas e históricas é uma verdadeira via crucis: primeiro tem que driblar toda a burocracia municipal, estadual e federal, planos diretores, IPHAN, a bancada do contra na câmera, os ecologistas, etc e etc. Você põe uma placa e logo vem um burocrata do IPHAN dizer que está descaracterizando a construção, põe algum tipo de comércio e dizem que está fora das concepções originais do prédio, e por ai vai….um saco. Desestimulante, antes de se incomodar e ainda levar um processo nas costas, melhor deixar cair aos pedaços, infelizmente.

  18. Paulo disse:

    Ainda bem que o Congresso não deixou o sr. Bernardo Figueiredo voltar para a presidência da ANTT, apesar da presidenta querê-lo muito. Ficou lá um tempão e nunca deixou que as concessionárias fossem fiscalizadas como deveriam (afinal ele era oriundo de uma delas). Não é só a estação de Cachoeira Paulista que está nesse estado, a grande maioria das estações do país está igual. Mas considerando que o governo federal e a ANTT deveriam ter feito pelo menos uma fiscalização severa quanto a exigência contratual de manter linhas, estações e material rodante em estado de uso, seria bom usar o poder de presidente do mundo para fazer isso que o senhor menciona, com alguns membros do governo federal. Eles é que não fazem o que deveriam. E se as agências não fazem o seu papel, a iniciativa privada faz o que quer.

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