FOTO DO DIA

F

rolimajpsO Alexandre Carvalho mandou. Está numa lojinha perto da praça Benedito Calixto, em Pinheiros. Aqui em São Paulo, onde todo sábado tem uma espetacular feira de antiguidades. Suponho que esteja à venda. Moderninho demais, para meus padrões de rolimã.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

11 Comentários

  • Esse freio aí atua sobre as rodas? Seinão, hein… Pela largura da chapa, deve ser de MDF. Carrinho de rolimã tem que ser de tábua de obra… e as rolimãs, de ferro velho! Foi fazendo carrinho de rolimã que meu pai me deixou usar a furadeira pela primeira vez, devia ter uns 10 anos. Pintei de vermelho ferrari, mas foi por só ter essa cor, mesmo, nada de capricho, o importante era andar. E almofada?…. alça?… é assim que se cria coxinha!! kkkkkkkk

  • Um dia depois de eu ter feito essa foto, vi uma Vespa estacionada na Rua Teodoro Sampaio, com vários adesivos da John Player Special. O problema era a pintura da Vespa: branco. Na hora pensei: “Porra! Branco?!? De que adianta querer homenagear a Lotus com uma cor que sequer realça o dourado da JPS?”

  • No começo da década de 70 ganhei uma carteira de JPS do meu tio, isto seria considerado crime inafiançável hoje (esse politicamente correto é um saco), guardei por anos aquela relíquia. Depois acabei fumando tudo rsrs. Realmente esse ai seria considerado o carro asa da minha época.

  • Prá mim rolemã era no “Tapetão do Morumbi”, rua do cemitério, e era de “peixinho”, deitado, capacete e luva de lixeiro, bons tempos, ninguém fala mais disso, é como a Rua Augusta acarpetada, eu falo e ninguém acredita… É como se não tivesse acontecido.

  • Bonito, amo esse modelo inspirado na lotus de Ayrton Senna, um dos carros mais bonitos da f1.

    Mas almofadinha? Que criança dos anos 70/80 ia querer isso.

    Um dos meus também tinha um volantinho que girava em falso. Saudades de quando as ruas da vila mariana e paraíso eram tranquilas.

  • Tava indo muito bem, até a almofada e o logo do fabricante estragarem tudo. Até porque isso nem deve ter um preço acessível pra moleques que viveram na rua com carrinho de rolemã. Onde tem “streetwear”, pode apostar que é de 300 pra cima.

    P.S.: tive dois. Um pintei de azul que nem a Ligier. O outro pintei que nem a Benetton de 1986, todo branco com as pinceladas coloridas. A bronca que levei da minha mãe porque sujei todo o quintal e gastei uma nota com tinta foi inesquecível kkkkk.

  • Achei bem legal… Mas essa almofadinha prá bunda é coisa….de almofadinha….

    Os meus não tinham essas alças, mas gostei da ideia..

    Lembro de descer umas ladeiras que tem lá no bom retiro no meio dos carros, na decada de 70….
    Para um moleque de 11/12 anos era emocionante prá carai……

  • É o meu também não tinha essa almofada,porem tinha um volantinho!!! Pois não funcionava,rodava livre e era só para segurar em alguma coisa. E a pintura era da Marlboro,pois era mais fácil de fazer e não era homenagem a Senna e sim Lauda.

  • Prezado F&G : meu carrinho de rolemã , foi a maior diversão,corríamos nas ladeiras do Morumbi, meu primo e eu na década de setenta, pintamos o carrinho com spray prata,com o famoso número sete em vermelho .Vencemos todas as corridas.

  • Ah, eu achei legal pela pintura e os elementos basicos de um carrinho de rolema estao ai. Opa…pera ai…tem uma almofada pra sentar o bumbum?! ai nao…putz…perdeu o elogio. a alca para segurar a mao eu sempre pus nos meus carrinhos para nao perder um taio do dedo embaixo da roda…mas essa almofada sacaneou a parada!!!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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