ONE QUESTION

SÃO PAULO(certas coisas não devem terminar) – Como viveremos sem essa bolota branca na carenagem vermelha depois de 27 anos? A Target está indo embora da Ganassi e da Indy. Foram 15 temporadas só com Scott Dixon, que levou quatro taças para casa e para o patrocinador. As outras sete foram para a conta da rede de lojas por cortesia de Dario Franchitti, Alessandro Zanardi, Jimmy Vasser e Juan Pablo Montoya.

Repito a pergunta: como viveremos sem?

targetfora

Comentários

  • O grande varejo está acabando no mundo todo em favor das lojas virtuais,óbviamente nos EUA é mais acelerado pelo simples fato de logística funcionar como em nenhum outro lugar do mundo.Veja o crescimento da Amazon e o fat do Walmart estar fechando 270 lojas.Ajuda a entender.Acrescente a decadência do automobilismo junto as novas gerações.
    Outro patrocinador como a Target foi,até pelo fato de um dos herdeiros ser um apaixonado por automobilismo sempre ajudou,mas não dá mais.

  • O Zanardi era foda. Correu muito, ganhava tudo, já vi esse cara largar em último e chegar em primeiro. E botar volta em muita gente. Que pena que terminou a carreira tão precocemente.

  • Já tá sendo bem estranho ver o Tony pilotando o carro #10 sem o patrocínio da Target nesse ano (Se bem que de uns anos pra cá ele já não era mais vermelho, mas o alvo sempre estava lá), imagina ano que vem quando o alvo também não estará mais no carro #9? Faz parte, parafraseando a música, a gente chega a acreditar que tudo é pra sempre, sem saber que o pra sempre sempre acaba

  • O automobilismo e patrocínio nao estao vivendo bons momentos… Eu observo que ano após ano as coisas estao piorando, é só ver a McLaren por exemplo. A williams conseguiu a Martini e olha… tá quase acabando.

  • – Engraçado que eu pensava que a Target no carro do Eddie Cheever era a marca de carne enlatada que eu e a minha irmã comíamos no final do mês kkkk.

    – No geral, infelizmente, grandes pinturas e patrocinadores foram embora como a Kmart da Newman Haas, a Miller do Danny Sullivan, a Miller Lite do Bobby Rahal, a Valvoline do Al Unser Jr. a Player’s de Greg Moore e por fim as icônicas pintura da Malboro e da Hollywood, entre tantas outras.

    – Vi a maioria dos carros da Indy, principalmente depois da unificação em 2008 como colchas de retalhos. Quem não lembra da horrosa pintura do carro do Tony aqui em São Paulo/2011? Ninguém. Até que ficou bacaninha algumas retrôs como a Penzoil, e a Menards mas os carros cheios de ‘sidepods’ não ficam bonitos com nenhuma pintura clássica. O jeito é saber se a Ganassi vai deixar a cor tradicional, usando o “0” da Scotch ou se a chegada de um novo patrocinador vai mudar tudo no carro #9.

  • Flávio “Chorão Jomes”,

    ou expectador do Fox Sports Radio e sempre dou muita risadas com vcs, mas hj está demais!!!

    HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

    E concordo com tudo que vc disse sobre o brasileiro não gostar de esporte, mas sim de ver brasileiro ganhando, sobre o Piquet ser mais técnico, o Emerson ser o pioneiro e o Senna ser o maior piloto.

    Apenas não achei “justo”, se é que podemos usar esse termo, quando vc diz que o Piquet em Jacarepaguá foi atendido com gelo nos pés por causa do esforço feito no calor durante a corrida e que o Senna em Interlagos foi “frescura” (palavras minhas, não sua).

    Ambos os casos o esforço físico foi muito forte!!!

    Sobre fantasiar as vitórias como épicas e que foi Deus quem providenciou isso, assino em baixo, Senna não precisava disso. Alias, muitos esportistas fazem isso e esquecem que do outro lado, o adversário, também é “um filho de Deus”.

    E ver vc com os olhos cheios de lágrimas por causa da Lusa foi demais!!!

    HE HE HE

  • Nesse caso não tem muito a ver as coisas, mas me preocupa o futuro da Indycar. A grande maioria dos carros não apresentam grandes patrocinadores estampados em seus bólidos. Mais uma grande marca que deixa a Indy.

  • Pois é Flávio, eu só tenho 23 anos e acompanho a F1 e o esporte a motor desde o “Hoje não, hoje não… Hoje sim, hoje sim?!?!” do Cleber Machado, então por exemplo, na rua ao ver um posto da Shell, não tem como eu não associar a Ferrari, até porque sempre tem um banner com o carro vermelho do cavalinho rampante e sempre vi o logo da Shell estampando a lateral do carro do Schummacher até o do Vettel hoje. Será a mesma coisa quando os italianos não usarem mais os combustíveis holandeses.
    A Target decora o carro inteiro, já apareceu em até filmes no carro da Ganassi. Vai se estranho mas acostuma. Infelizmente me acostumei com o ronco dos motores atuais… Ou como eles dizem “Unidade motriz”. É a vida.

  • Sobre a Target, é um patrocinador dos mais marcantes. O Emerson mesmo às vezes fala “os carros da Target”. Mesmo saindo, acho que a associação (mental) com a Indy vai continuar por um bom tempo, ainda mais se a equipe mantiver as cores. Na época em que eu acompanhei a Indy, sempre pensava “um dia quero ir nessa Target e na Kmart”.

    Ainda, muito obrigado por não usar “a Target encerrou seu ciclo…”. Agora, é tudo assim: jogador sair do time, pessoa sai do emprego, “encerrei meu ciclo”. Bom para casais também: “Não é você; sou eu. Encerrei meu ciclo”. Não faz sentido e, de tanto que usam, virou lugar-comum.

  • Com exceção da 500 milhas o publico vem caindo a cada corrida, as TV´s evitam pegar imagens das arquibancadas quem te enormes vazios, é mais uma categoria que precisa rever seus conceitos

    • Isso não é bem verdade. A audiência da Indy do ano passado pra cá cresceu 35%. A diferença pra Nascar ainda é grande. MAs enquanto a Indy sobe, a Nascar cai. Das cinco principais categorias (Nascar, Indy, F1, WEC, DTM), a única que tem crescimento de audiência nos últimos 2 anos é a Indy.

      No caso da Target, a saída se deu por um investimento ruim no Canadá. A empresa quase quebrou.