DIDI TÁ BRAVO

f1190SÃO PAULO(eu também ficaria) – Dietrich Mateschitz, o dona da Red Bull, raramente se mete em polêmicas. A F-1 é uma ótima plataforma de publicidade para suas latinhas e mesmo se seu time não fosse tão vencedor como tem sido, ele estaria lá. Didi faz uma conta simples: em vez de gastar os tubos em comerciais de TV ou anúncios em jornais e revistas, algo que teria de fazer no mundo inteiro para ter a penetração que tem, separa uma parte de sua receita para ações que dão mídia global. Investe em esportes radicais, corridas, maluquices diversas como patrocinar neguinho que pula de avião sem para-quedas etc. No fim, o gasto é mais ou menos o mesmo e o retorno, bem maior e mais interessante.

Mas ele está putcho de la cara com a desclassificação de Ricciardo na Austrália e também com o que considera uma politização excessiva da F-1. “Há limites para o que estamos dispostos a aceitar”, disse o austríaco a um jornal de seu país.

É bom o pessoal ficar de olho. Didi também acha absurdo o que se gastou para mexer no regulamento da F-1. Para ele, a categoria não deveria ser um campeonato de economizar gasolina. “Por uma fração do orçamento que temos na F-1, a GP2 anda quase tão rápido e as corridas são melhores”, diz.

Tem razão.

Comentários

  • Pergunta básica: caso os carros da Red Bull/Renault continuassem pelo quinto ano seguido dominando nesta temporada, e Mercedes e cia estivem jodidos como a RB está, Didi estaria gritando deste jeito ou seria só elogios para o regulamento high tech deste ano???

    Polêmica do fluxômetro à parte, ele está é de chororô. Coisa de quem já esqueceu que perder faz parte do jogo.

  • Para mim a mensagem para Todt e Bernie é indireta mas é clara :
    Se continuarem a nos roubar na cara dura cairemos fora…
    Se tivesse acontecido com a Ferrari já a teriam julgado, absolvido e devolvido os pontos…

  • É isso.

    Equipes de empresa, com a Red Bull, usam a F-1 como instrumento de marketing. Investem, investem pra ter o melhor equipamento sem se importar se isso vai dar lucro no fim do ano.

    O lucro vem das latinhas vendidas, não do mundial de construtores.

    E nessa onda vão Ferrari, Mercedes…elevam os custos buscando sucesso, e o resto que se vire pra correr atrás.

    E na primeira crise, ou ‘redefinição de metas’, tchau F1 e as outras que segurem a trolha..

    Por isso que um teto orçamentario é mais que necessario. limita a liberdade, sim limita, mas o negocio precisa dar lucro pra quem vive dele, e não prejuízo…

  • A F1 já não tem grandes equipes, no máximo 4 e olha lá sem a RBR seria só 3.
    Entre as pequenas são umas 3 sem a Toro, 2.
    Ou seja F1 com 5 Equipes.
    E o resto faz figuração.
    Grande campeonato.

  • A Red Bull é uma das empresas que mais investiu nos esportes, da bolinha de gude à Formula 1. Se eles deixarem a categoria, as outras agradecem, pois sobra mais dinheiro a ser investido.

    Já a Fórmula 1, com a audiência em queda em mercados relevantes como China, Russia, Estados Unidos, Grã-Bretanha e maioria dos emergentes e interessantíssimos mercados da Ásia (Brasil, Itália e Espanha cresceram, mas são pouco relevantes), tem muito a perder com a saída da Red Bull.

    Mateschitz tem o direito de reclamar, afinal, ao contrário da Ferrari, a fórmula 1 precisa mais da Red Bull do que a Red Bull da Fórmula 1. Afinal 20% dos carros da competição são financiados por ele. Sem contar que ele faz um trabalho relevante na revelação e desenvolvimento de jovens pilotos.

    Desclassificar um carro por defeito na peça fornecida por um fabricante homologado pela FIA? O problema é da FIA, ela que se entenda com o fabricante em vez de prejudicar a equipe.

  • A F1 deveria era agradecer por ter uma empresa como a Red Bull investindo milhões na categoria.

    Não fosse a RBR elevar o nível técnico da categoria, com investimento, trabalho e dedicação, a situação estaria ainda mais decrépita.

    Uma equipe como a McLaren não consegue um patrocinador decente. Outras vivem às custas de empresas estatais como a Lotus com a PDVSA que quer um garoto propaganda do governo venezuelano, a Williams com o Banco do Brasil e a Petrobrás que faz de conta que não tem um rombo bilionário e torra mais dinheiro. Outra vive do dinheiro oriundo da Índia, além do pior caso de todas, a Ferrari, que se tornou uma equipe amadora nos últimos anos, pois nem túnel de vento tinha.

    E mesmo com essas picaretagens da Ferrari Interesses Automobilísticos, aposto meu fusquinha Fafá de Belém que a Red Bull vence esse campeonato goela abaixo da máfia, e periga este ano o Viceonso não ser nem Vice.

    Allez Jado!

    • Formula1 agradecer? A RedBull faz filantropia na f1, ela é coagida a investir e não ganha nada em troca, no seu mundo. Hahahahaha! Mclaren é empresa privada, com caixa próprio. Williams idem. Lotus é de um pool de investidores e a pdvsa não gera 30% da receita total. Ferrari não tinha túnel de vento? Só fala merda, mesmo! Cara, sai desse apartamento, que mundinho você vive? Cada coisa que você escreve, de dar pena… Allez Jado! de cérebro…

  • As corridas eram boas mesmo nos últimos 4 anos, né Mateschitz? De repente, com uma corrida só, ficou tudo chato, hehe…

    Carro mais rápido tem em outras categorias, se não me engano. F1, pra mim, é isso aí, botar os gênios pra trabalhar. Com toda a mudança do regulamento, até que os carros não perderam tanto tempo de volta. E como já disseram acima, conforme as equipes conhecerem melhor e aperfeiçoarem o equipamento e acharem novos truques (não vale trapacear, Didi!), a diferença só tende a diminuir.

    Como gosto muito do Vettel, grande piloto e figuraça, torço para que a Red Bull encontre o caminho do novo regulamento. Lá pela metade do campeonato, hehe.

  • F1 não é para pessoas racionais, nem para quem pensa com o bolso. Cai fora, Didi.

    Ah, antes de ir, explica como foi a evolução de especificação do motor Renault, enquanto todos os demais continuaram congelados. Coincidência começar a vencer depois disto, né?

  • Muito se fala da mudança dos regulamentos, nos “velhos tempos” a fórmula 1 era referencia em tecnologia de ponta, além de toda divulgação que a categoria proporcionava (e ainda proporciona). As pesquisas e tecnologias aplicadas nos carros eram depois de alguns anos lançadas nos carros comerciais. Com as restrições no regulamento devido a orçamento, segurança e outros aspectos essas pesquisas começaram a ter limitações que impediam a busca por novas soluções fora do padrão existente. Vejo que com a implantação das Unidades de Força a formula voltou a ter isso. Reaproveitamento de energia é uma tendencia tecnologica, talvez algumas montadoras de renome voltem a olhar a formula 1 com mais interesse, como um laboratório tecnologico que possa colocar elas comercialmente a frente. Quem ganha com isso é a categoria. A duvida que fica é se a formula 1 é uma categoria com os carros mais velozes ou uma categoria com os carros mais tecnologicos?

  • Tem muita gente que não entende e continua falando bobagem. Declaração política foi a do Dietrich, o processo já está no tribunal da FIA. Agora é a hora de pressionar. Há muito tempo ele vem usando desse recurso, ventilou a venda da Toro, reclamou dos pneus que não agüentavam a carga aerodinâmica, reclamou da capada que deram no difusor soprado, a engessada aerodinâmica, e agora reclama o leite derramado. Não foi falta da aviso, todos os times souberam lidar com os parâmetros de erros de fluxo no medidor oficial, inclusive outros motores Renault. Aliás, a RedBull é conhecida por suas artimanhas, só perguntar is RedBull cheating? no Google. A Ferrari, pra desespero de um mal amado de plantão, foi a equipe que mais sofreu com mudanças na regra para acabar com o domínio do Schumacher, faz uma pesquisada e se informe melhor, deixe de ser troll e agregue algo. Pra fim de conversa, o regulamento atual de motores deveria ter iniciado em 2013 e isso vem sendo discutido desde 2009 por um grupo de estratégia da f1, que é uma entidade formada por três outros grupos com direito de igual peso na votação, times, FIA e o f1 group (cvc, etc). Se há alguma contradição, se escuta uma comissão onde circuito, fabricantes e outros interessados se manifestam. Não sejam ingênuos, deve ter fila de gente querendo comprar uma estrutura vencedora e pronta na f1, nissan, bmw, audi e a própria infinity pode querer andar com as próprias pernas… Aliás, o Didi deve estar assustado com a grana que vai gastar pra acompanhar as Mercedes, muito mais atraente financeiramente apenas ser patrocinador que ter que desenvolver todo o carro, melhor deixar isso pra quem vende carro.

  • Eu falei isso dias atrás: a FIA (Ferrari Interesses Automobilísticos) está acabando com a F1. Em poucos anos a categoria máxima do esporte a motor mundial será enterrada junto com Bernie Eclestezemollo.

    E falei também que seu eu fosse o Didi iria investir meu rico dinheirinho em outras coisas, não em fazer papel de Trapalhão mundo a fora.

    Lucca já foi reeleito lá em Maranello, então no mínimo mais 3 anos de politicamente barata para tentar fazer a malfadada dupla Ferrada-Asonso campeão.

    É a autofagia da F1.

    • Qual a relação de Bernie com a FIA? Não seria Todt e FIA? Trapalhão? Qual outra equipe ficou tão conhecida na f1 nos últimos 5 anos, ForceIndia?
      Montezemolo foi quem contratou a equipe que fez Schumacher campeão, ainda em 1996. Foram campeões em 2000, depois disso foram ao menos 10 alterações técnicas e esportivas pra tentar acabar com domínio da Ferrari. Mandato de três anos??Periferia, a formula1 da caixinha é pra gente como você.

      • Cara vc precisa se tratar urgente. Saia dessa Matrix em que vive, onde se acha no direito de xingar os outros, acusar os outros e defender o grande amor de sua vida: Seachando Picaretonso.

        Tenha mais educação. Fico imaginando que uma pessoa como vc deve ser um grande covarde na vida real.

        Allez Jado!

      • O que lhe dá o direito de brincar com meu nick? Você não gosta do Alonso e se acha no direito de me atacar porque você não gosta no espanhol? Ou vai ver não gosta de Ferrari porque nunca nem sentou em uma e mal deve ter um uno em casa? Se olha no espelho, mané! Você só fala merda, aprenda a argumentar, e eu não te xinguei mas a carapuça serviu direitinho, inveja é uma merda mesmo… Mais trabalho, adeus!

      • Ahhh, a hipocrisia é o remédio dos canalhas, depois covarde sou eu, rsrs! Reveja o que você escreve, campeão… Que você é desprovido intelectualmente eu já sabia desde o tempo do Matteoni, existe um abismo intelectual entre nós. Fique aí no seu Chupez blablabla, falando sozinho e colocando links do próprio GP, deve ser a coisa mais inteligente que você consegue fazer. E esse seu papinho já encheu o saco, sempre o mesmo discurso vazio. O bom é que tem vida inteligente no blog, sim, apesar de nem sempre comentarem… Meus fundamentos são sempre acompanhados de links, geralmente em inglês, prova que eu não me atenho a apenas uma fonte. Seus comentários são vazios, típicos de um cara que não sabe argumentar e é SEMPRE apelativo. Chupez Alonso! é a prova disso. Tomara que sua vida particular seja bem melhor sucedida que o que você representa nesse blog. Fica aí nessa de Chupez Alonso, um dia você consegue chupar, quem sabe não gosta e sai do armário. kkkkkkkkk

      • E outra: que papinho de playboyzinho mimado hein! Todo metidinho…! Vc já sentou numa Ferrari? Vc não tem nem Uno em casa… O meu é maior que o seu… Sou riquinho! Isso é letra de funk ostentação!!? Só faltou mandar beijinho no ombro!!!

        Temos um novo Rei do Camarote superior a Ralé: Rallez Alonso!!!

  • A culpa não é da FIA e sim deles que atrasaram o desenvolvimento do carro deste ano para trabalhar no de 2013.
    Regras são regras.
    Ô Psiit, Deixa de ser chorão e vai trabalhar.
    Quer sair, saia. A porta da rua é serventia da casa.

  • Raramente comento, apesar de ler o blog todo dia, mas essa merece: pra mim não passa de mimimi de quem tá perdendo… Economizar combustível é estar alinhado com o futuro!
    Didi, vai chorar na cama que é lugar quente!

    • Acho o máximo ele investir em esporte, unindo um grande ganho com uma atitude bacana. Mas…… E quando o carro dele era até 3s mais rápido do que os outros, como se fosse um F1 disputando a GP2, ele achava que era competição e ria como o gato de Alice, não era. Ganhar com canhão o Ricciardo já mostrou que qualquer um ganha, mas tem de ser legal e não fruto de tapetão. Didi, todos estão “ralando”. Então, em vez de ir p/o tapetão de novo, como o Fluminense (Tribunal da FIA) vá catar coquinhos no asfalto.
      Abs.

      • E enquanto a equipe dele dominava, a Williams de Frank, igualmente vencedora, em silêncio, trabalhava e suportava os maus momentos, sempre respeitando as regras; ao passo que agora, graças a um planejamento que começou lá atrás, eles estão de volta as cabeças.

        Talvez, trabalhar mais e falar menos seja a receita de sucesso equipes de ponta, como as inglesas Williams e McLaren.

      • “tem de ser legal…”
        Alguém já provou que o motor do Ricardão “consistentemente” bebeu mais de 100Kg/h da Total?
        Era muito simples provar: pegassem os dados de telemetria do medidor de fluxo, como foram interpretados pela FIA e como foram interpretados pela Red Bull.
        Bastava rodar uma simulação do consumo pelos dois modelos e ver quanta gasosa deveria ter sobrado no tanque da irmã gêmea da Sick Suzie.
        Se, pelo modelo da FIA, deveriam ter 6 Kg, pelo da Red Bull deveriam ter 11 Kg e, no fim das contas, tinha mais de 9 Kg, o Charlie Whiting deveria devolver o troféu do Ricardão, por o rabinho no meio das pernas e pedir pra antecipar a aposentadoria.
        Até, porque, nas palavras do Graeme Lowdon da Marussia (que torce pros rubrotaurinos se ferrarem na corte de apelação) o que a galera da latinha desafiou não foi o regulamento, mas a “opinião” do Whiting sobre a interpretação do regulamento. E a opinião de alguém sobre o regulamento conta tanto quanto a minha ou a tua opinião sobre a gravidade: gostando ou não, entendendo ou não, você cai.
        O regulamento diz que o fluxo não pode ultrapassar 100 Kg/H (ou, aproximadamente 27,77 g/s) O Renault do Ricciardo ultrapassou esse fluxo? Se o sensor homologado estava SABIDAMENTE fornecendo leituras inconsistentes, tirassem a prova dos nove no parc fermé. Se o Whiting é da “opinião” que ignorar os dados do sensor SABIDAMENTE inconsistente e usar seu próprio modelo de consumo não é bonitinho, ele que discuta a opinião dele com o Bernie na hora do chá. E que não confie nos sensores da Gill, ou, antes de molhar o bico, vai achar que já tomou duas xícaras.
        E não invente “interpretações” da regra, como aquela palhaçada, no meio da temporada de 2011.
        Até a FIA tem que se considerar sujeita ao seu regulamento escrito, da publicação até o final da temporada.
        Aliás, a própria regra da limitação de fluxo é prova de que passou da hora do Whiting aposentar: os caras tem 100Kg pra queimar em, aproximadamente, duas horas de corrida. Deixa cada um queimar como e quando quiser. Quem exagerar, fica a pé ou se arrasta no final. Quem poupar no começo, “voa” nas últimas voltas.
        Depois a gente ainda tem que ouvir o bundão do Ecclestone dizer que tá “horrorizado” com o barulhinho xoxo dos v6, capados pelo regulamento ridículo de restrição de fluxo e de giro.
        Os carros da década de 80 usavam v6 com 100cc a menos de deslocamento. Pergunta pra alguém que ouviu, se ele achou o Honda RA167E ou o BMW M12/13 “xoxos”.
        Xoxa é aquela marionete do Montezemolo como presidente da FIA.

    • “Economizar combustível é estar alinhado com o futuro”.
      A Formula 1 é PRESENTE e futuro.
      É – e sempre foi – uma competição de VELOCIDADE, principalmente.
      Não tem nada a ver essa disputa de economia, pneus péssimos, um monte de limites, o piloto – e a equipe – deixa de pilotar para apenas administrar.
      Não é à toa que a audiência cai, e cai, e cai…
      ______________________________

      Enquanto isso, a Rede Bobo – e vários aqui – insistem em RBR: Chamem pelo nome, Red Bull ! Daqui a pouco vão colocar aquela manchinha idiota no carro todo!

  • Ele até tem razão, mas não vai sair da Fórmula 1 e o Tio Bernie sabe disso. É muita grana aplicada para simplesmente jogar tudo para o alto. Quando uma montadora sai da F1, ela aproveita os laboratórios e o quadro técnico em outras categorias ou no desenvolvimento de modelos de rua. A Red Bull vai fazer o quê com um túnel de vento? Uma latinha mais aerodinâmica?

  • Quando a F1 passou dos 3,5 litros de deslocamento para os 3 litros, a gritaria foi generalizada da mesma forma, e a F1 foi comparada à F3000 da mesma forma. Isso é besteira, o mundo todo investe em tecnologia híbrida e já havia passado da hora da F1 se atualizar. O motor de combustão interna, queiramos ou não, tem seus dias contados. Lamento profundamente, mas é inevitável.

    Quanto à choradeira do Didi, politicagem é isso aí. Quem ele pensa que é, a Ferrari? Se amanhã a Red Bull sair da F1, qual falta fará? Alguém lembra da Benetton? O entusiasta lembra, a massa não. Não importa. Equipes vêm e vão, nem a McLaren é imprescindível como pensa que é. Me liga quando for a Ferrari pegando o banquinho.

      • Caro Paulo, o meio ambiente agradecerá o dia em que alguém, que repete baboseiras por aí, apresentar uma solução para o descarte da enorme quantidade de Ni-Cd das baterias dos motores elétricos do “futuro”. Todos falam que o vilão do meio ambiente são os motores de combustão, mas não. O grande vilão do meio ambiente é o excesso de gente no planeta exaurindo recursos em quantidade maior do que a capacidade de produção. Os que defendem os motores elétricos, são os mesmo que acreditam que papel reciclado é sustentável. Ou seja, gastar muita energia, quase o dobro, para entregar um produto com pior qualidade para o fim que se destina e com preço mais alto que o de melhor qualidade, não pode ser considerado sustentável. Isso é papo de modinha. Pode ter certeza que sua geladeira elétrica ou o aparelho de ar condicionado prejudicam muito mais o meio ambiente do que seu carro a combustão.

      • Sim, o problema é que já elegeram o culpado. A tendência é essa, não sou eu que estou dizendo ou criando isso. Também vejo várias questões a serem respondidas, como por exemplo a demanda extra de se carregar carros na tomada, num mundo que já não consegue dar conta de si mesmo em termos de energia elétrica. Outra questão são as baterias, como você mesmo disse. Mas o caminho tristemente parece ser esse.

      • Concordo, Luiz. Culpar os motores de combustão interna é reduzir drasticamente o problema.
        A maioria das agressões ao planeta não é percebida pelo homem comum, que normalmente vê o que está na “vitrine”.
        E quem leva toda a culpa é quem está exposto nela.

  • É o típico comentário de quem está por cima.

    Só ouvimos isto de presidentes, diretores, gerentes e outros tipos de “bam-bam-bam”.

    O importante é o resultado. Se a conta fecha no azul, bem. Se não fecha, nós fechamos esta merda.

    É assim!

  • E com todo o respeito a F1, pra quem assistiu a Motogp no fim de semana passado, a corrida foi legal pra caramba e as motos estavam atingindo 345 km/h (!), enquanto esses F1 estão se esgoelando pra bater nos 320..(arredondando pra cima). Por essas e outras, acho que a Motogp vai estar bem legal esse ano.

      • Aumentou 6 km/h em relação a 2013. Falta arredondar as baratas, principalmente os freios, para ter um comportamento melhor nas curvas. Aí elas, as baratas, vão voar.

        Mas ele, o Didi, está igual ao Fluminense, querendo legalizar a fraude no tapetão. É preocupante, porque ano passado ele conseguiu pneus adequados para seu carro e depois correu sozinho até o final.

        E acha que isso é competição.

        Abs.

      • O que determinou a mudança dos pneus em 2013 foi o festival sombrio de explosões em Silverstone. Foi um milagre não ter ocorrido nenhum acidente grave, e, meu caro, tudo que a FIA não quer é uma morte espetacular ao vivo. Ninguém quer.

      • A reclamação dos pneus por parte do Didi foi bem antes do Gp da Inglaterra, ainda na Malásia, os mesmos pneus que eles haviam testado antes na pré temporada. Acontece que os times não observavam os limites de pressão, cambagem e direção dos pneus recomendados pela Pirelli e em Silverstone foi um festival de estouros. Com os novos pneus, Ferrari, Force India e Lotus foram as mais prejudicadas.