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terça-feira, 18 de março de 2014 - 19:41F-1, One question

ONE QUESTION (AND ANSWER)

Não entendeu por que Ricciardo foi desclassificado domingo em Melbourne e perdeu o segundo lugar? O Grande Prêmio explica tudo aqui.

tudexplicadinho

67 comentários

  1. Ezequiel disse:

    Flavio, excelente explicação…
    Mas na verdade trocaram foi gicleurs (Giclê) do RBR por um maior bem provável que usou algum para carburador a álcool.

  2. Gabriel 1 disse:

    Tremenda palhaçada.
    Onde já se viu isso?
    Limitar o desempenho de um caro de F1 ?
    E afinal de contas esse tal limitador provou que não serve para nada ou a RBR teria parado por falta de combustível.
    Afinal a alegação não era economia de combustível?
    Que tirem essa tal peça desnecessária e que cada um se vire como puder, afinal F1 é o top ou não ?
    Desse jeito daqui há pouco, vão limitar a troca de marchas, qtas vezes o piloto pode freiar ou acelerar, ou até um número limitado de ultrapassagens, velocidade máxima e mínima e se bobear, até idade, peso e altura do piloto.
    Que mais, que o piloto esteja barbeado, com o cabelo cortado, a cor do carro, capacete e uniforme. número do sapato. ????!!!!!

  3. samuel.aju disse:

    A meu ver a tática era a seguinte Primeiro, o que todo mundo já entendeu: mais combustível, melhor desempenho…. segundo: a R ed Bul colocou o Ricciardo como boi de piranha, abrindo-lhe o fluxômetro (ui) acima dos demais carros, para, em caso de a fiscalização da prova não notar, ficaria aberto o caminho para abrir o dispositivo do FFetttel… Dái que só sobraram os dentes…. hehehehehehhe

  4. Acromegalo disse:

    Na época dos carburadores, isso não aconteceria…

  5. Caíque disse:

    Regulamento é simples: É assinado por todas as equipes e é para ser cumprido.

  6. Rodrigo disse:

    O bacana dessa história toda é que nunca tínhamos ouvido falar da Gill Sensors, e de repente está o mundo todo falando sobre a precisão do seu fluxômetro. Puta marketing negativo.

  7. Ricardo Bigliazzi disse:

    Certamente essa porra deve ser por causa do mapeamento dos motores… os caras querem travar de qualquer jeito as maracutaias.

    Uma coisa é certa, a REDBULL fez mais uma vez um carro espetacular. O resto da F-1 deseja tudo… menos que a Renault acerte a mão novamente.

    Já deu para ver que mesmo com motores Mercedes a Mclarem não é páreo para o pessoal dos energéticos.

    Acredito que a Mercedes deve levar o titulo de piloto e de construtores… mas pelo que vi da RedBull, o terço final da temporada vai ser um pouco mais emocionante… com muita torcida espero que os energéticos deem uma senhora pressão no resto da turma.

  8. JP disse:

    A próxima irregularidade será a do capacitor nuclear quântico-eletrólito.
    Deus meu…

  9. Christian disse:

    A Mercedes vende carros, a Ferrari vende carros, A Red Bull vende o que mesmo ? A cara de pau dessa gente não tem limites, pouco se importam com os apaixonados pelo esporte. As outras equipes não tinham competência para fazer carros com mais Dow Force, o que fizeram? Mudaram o regulamento para tentar artificialmente tirar a vantagem técnica da Red Bull. O ronco dos motores ? Deixa pra lá. E os pontos dobrados na última corrida ? Bom ai na minha opinião, deram um belo tiro no pé, porque não tenho dúvidas de que a Renault irá solucionar os problemas bem como o carro vai evoluir, ai eu sou mais Vettel e Red Bull, do que o resto da turma.

  10. gnloch disse:

    Aí vão meus 2 centavos…

    No meu entendimento, o limite no fluxo de combustível foi implementado devido aos seguintes fatores, não necessariamente em ordem de importância:
    1o. Impedir que houvesse um mapeamento específico para a classificação.
    2o. forçar a P&D dos sistemas de recuperação de energia.
    3o. Minimizar as chances de pane seca generalizada.
    4o. limitar a potência máxima a ser extraida dos motores a combustão, e por consequência, limitar a diferença de desempenho entre as 3 fabricantes de unidedades de potência.

  11. Sargento Garcia disse:

    Se o Ricciardo ultrapassou o limite de 100Kg/h de fluxo de combustível, depois de 1 hora ele não deveria ter ficado sem gasolina?

    • Luiz disse:

      É o que ninguém está entendendo. Se alguém fizer a corrida “toda” com fluxo de 100kg/h ficará sem combustível, ou seja, o que limita é a quantidade permitida de combustível, não seu fluxo.

      O controle de fluxo serve para que todos os motores tenham um limite de alimentação máxima igual, uma tentativa de igualar o desempenho dos motores. Os pilotos e equipes continuam com larga margem para escolher estratégias de consumo controlando o fluxo (na média sempre abaixo do limite).

      Na prática a média de fluxo durante a corrida deve ficar entre 60/70kg/h, o piloto/carro não pode ultrapassar o limite do regulamento momentaneamente apenas, mas pode aumentar seu fluxo “até” o limite (que o fluxômetro controlaria automaticamente se funcionasse), afinal na maior parte das corridas estará correndo bem abaixo do que diz o regulamento.

    • Rodrigo disse:

      São 2 coisas distintas, parente:

      Fluxo máximo de 100 kg/h: vazão máxima do combustível que é injetado no motor, quando este está na situação de consumo máximo (aceleração máxima). Esta vazão é medida pelo fluxômetro em questão. Imagine o consumo instantâneo do seu carro, mas limitado em um valor que você não poderá ultrapassar.

      Quantidade de combustível de 100 kg para a prova: limite de combustível que cabe no tanque, o piloto pode gastar apenas 100 kg na corrida toda (menos que isso até, pois deve ser deixado um pouco no tanque para análise pós-corrida da FIA). Imagine a quantidade de combustível que cabe no tanque do seu carro.

      Mesmo que a RedBull tivesse sido precisa em utilizar os 100 kg/h máximos de vazão, Ricciardo não ficaria sem combustível. Isto acontece porque o piloto não fica o tempo todo com aceleração plena, tem as freadas, curvas, momentos de média aceleração. Na analogia com seu carro, você teria um consumo médio de combustível bem abaixo do consumo instantâneo máximo. E este consumo médio é utilizado para se chegar aos 100 kg de combustível permitidos por prova. Simples assim.

      A RedBull excedeu o consumo instantâneo máximo, foi orientada pela FIA durante a corrida para tomar alguma providência e não o fez, contrariando a entidade. Por isso foi punida com a desclassificação.

      Este limite de consumo instantâneo máximo serve para que os carros não sejam tão “beberrões” nas classificações, além de limitar a potência do motor, e forçar o desenvolvimento do sistema de recuperação de energia.

  12. Formiga disse:

    Oi Flavio

    Muito legal a explicação. Acho que tem um pequeno engano, os 5 Hz não são a frequencia do ultrasom, mas da medição de velocidade de geração de dados (Sample Rate). Um medidor de 5Hz seria muito grande (o transdutor teria alguns quilos) e pouco preciso para um tubo tão pequeno. A frequência que se usa nas tubulações de água é de 1MHz.

    No caso o problema maior foi a mudança de 5 para 10 Hz na leitura. Dependendo de como ocorre a mudança do fluxo (parada repentina, seguido de aceleração) a leitura pode apresentar um erro relativamente grande, e quanto maior essa frequencia de leitura maior o erro e a incerteza. Assim passando de 5 leituras para 10, pode ter ocorrido que em alguma destas leituras adicionais, a vazão tenha ficado acima dos 100kg/h, porém se mudar para 5 os valores “médios”, compensariam.

    Abcs

  13. @lemao disse:

    A empresa fornecedora diz teve feedback positivo após GP da Austrália, de quem?
    O equipamento foi responsável pela alteração do resultado da prova.

  14. Renato disse:

    Pra que serve isto? Por que a F1 simplesmente não limita a quantidade de combustível a ser usada em cada corrida?

  15. Bira Martins disse:

    Pelo que entendi, significa que o carro estava consumindo mais combustível do que a FIA permite. Se for isso, e dai? Não é limitado a quantidade de combustível no tanque?

  16. Ricardo disse:

    Vamos torcer para que ano que vêm subam um pouco o giro dos motores e aumente em uns 20kg o tamanho do tanque.

  17. Leonardo disse:

    Esse “fluxômetro” chega perto do inacreditável…. vou voltar para a contagem regressiva para as 24h de Le Mans, que é o melhor que eu faço.

  18. Marcelo disse:

    No vídeo abaixo, Regazzoni desceu a ripa nos Turbos dos anos 80, mas ele estava certo, as cifras subiram as alturas. Aquela Formula Um equilibrada(entre pilotos) dos anos 70 sumiu. O mundial passou a ser ganho exclusivamente pelo motor. Porsche em 84/85/86 e Honda 87/88/89/90/91/92.

    http://www.youtube.com/watch?v=07QwYiRkUKM

    Ok, 89 não era mais turbo, mas a Honda continuou dominando! Nos anos 70 o motor também era importante, mas observe na temporada 74 abaixo, quantos times usavam o Ford Cosworth DFV? Nos anos 80 isso não existia. Mclaren dominou a década de 80 muito graças ao motor alemão e japonês.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Temporada_de_F%C3%B3rmula_1_de_1974

    Esse equilíbrio não vai acontecer em 2014, a Mercedes não vai entregar o “ouro” as equipes clientes. Nos tempos dos Ford Cosworth DFV a disputa era mais aberta entre equipes e pilotos.

    Hoje não tem como barrar essa tecnologia(politicamente correta), mas precisa de tudo isso? Onde foi parar o ronco de um Formula Um. Esse fluxômetro foi um banho de água fria pra RBR. Vettel provavelmente também seria desclassificado…

    • Marcelo disse:

      Corrigindo: Honda 87/88/89/90/91

      Em 92 deu motor Renault

      • Marcelo disse:

        Boutsen também não tinha bola de cristal, mas sabia que Piquet e Senna tinham o melhor motor da temporada 87.

        O motor Honda foi disparado o melhor da temporada 86, só não foi campeão graças a trapalhada de falta de comando da Williams, deu Prost com motor Porsche. Isso deixou os japoneses da Honda putos da vida, tanto que a Williams perdeu a exclusividade do motor para 87.

        Boutsen foi primeiro pelo motor e não pilotos, muitos apostavam que Senna(agora com Honda) poderia levar o título de 87, mas deu Piquet.

        “Ahh, mas o Mansell também correu de motor Honda em 87, porque o Boutsen descartou o inglês e só lembrou dos brasileiros?”

        Mansell era veloz, arrojado, mas muito afobado…fazia poles, vencia corridas dava seus shows, mas nunca foi um piloto de CAMPEONATO(perdeu três antes de ser campeão). Depois do motor, Boutsen foi pela lógica entre pilotos, Piquet e Senna eram superiores a Mansell…

  19. Allez Alonso! disse:

    OFF: Esse blog vai colocar o torrent das practice, qly e provas transmitidas pela skysport:
    http://formula1tbk.blogspot.co.uk/

  20. guilherme disse:

    Por mais que alegue inconsistência do equipamento, não é bem a cara da Red Bull pecar em um detalhe tão primário. Sinto cheiro de jogada proposital.

    Vale lembrar que o principal objetivo do carro cor de berinjela é fazer propaganda de energético e pegou muito mal a fiasqueira do começo do ano. Quantas dezenas de milhares de latinhas a mais eles devem ter vendido depois desse honroso segundo lugar? Quando os olhos do mundo inteiro estavam interessados no carro mais do que nunca e já virava motivo de piada, eles dão um jeito de arrancar um resultado surpreendente, ainda que irregular, e capitalizar em cima dessa atenção. “Nossa, a Red Bull tem uma capacidade de recuperação incrível, eu vou logo tomar um litro dessa coisa!” Mesmo a posterior desclassificação do Ricciardo, certamente já esperada, permite a eles posarem de vítimas, apenas um timezinho austríaco lutando contra o mundo.

  21. Michel disse:

    Ou seja, mais um problema do carro da RBR. Ano passado era só encaixar o motor Renault e pronto! Muitas mudanças dá nisso! Muitas equipes tiveram problemas diversos!

  22. Vania Fernandes Forni disse:

    Flávio, boa noite!

    Meu esposo Bruno Sanches Forni é um grande admirador de seu trabalho, acompanha diariamente seu blog, inclusive, falando para mim sobre suas postagens.
    Sei que esse não é o local exato para mandar essa mensagem, mas esse foi o único meio que encontrei para entrar em contato com você.
    O Bruno é fanático por Fórmula 1, bem como por futebol, inclusive tem um blog sobre escudos de futebol: botaoprajogar.blogspot.com
    Gostaria, se possível, que você entrasse no blog dele e desse sua opinião, sugestão ou mesmo reclamação, pois sei que somente o fato de você ver o blog dele já seria um grande presente.
    Desde já muito obrigada pela atenção dispensada.
    Abraços,
    Vania

    Obs: Gosto quando você escreve sobre seus carros antigos, como por exemplo, o último adquirido, se não me engano, em Minas e de seus filhos. Mais uma vez, obrigada.

  23. Rafael Chinini disse:

    a Formula 1 deixou de se aquela que vc chega no limite, pra ser o lugar onde vc só tem limites.
    nada pode mais, um saco isso!! sou a favor de regras novas, economizar e tals…mas fizeram de um jeito muito escroto, complicou demais o negócio.

  24. Antonio disse:

    sempre foi assim
    Quem não se lembra da suspensão ativa da williams do Piquet e Mansell de 86 e 87

  25. Ricardo disse:

    Que chato isso , daqui a pouco a F1 será uma prova de regularidade e não de velocidade pura. Para isso já temos o WRC . Estão matando a F1. Uma pena!

  26. Edson - Cambuquira disse:

    Fluxômetro?
    Mil vezes um capacitor de fluxo.

    • guilherme disse:

      Com esse monte de geringonça nos carros da F1, só falta mesmo instalar um Mr. Fusion no motor para gerar 1,2 gigawatts! Porque abastecer com plutônio tendo Grosjean e Maldonado na pista pode ser um pouquinho só perigoso…

  27. Edson - Cambuquira disse:

    Fluxômetro?
    Mil vezes um capacito de fluxo.

  28. Paulo César_PCB disse:

    Ok, tecnologia, tecnologia….

    Para onde foi a inteligência em equilibrar as regras, competidores e equipamentos, porém dando liberdade a cada equipe escolher se corre de turbo, 8 aspirado, V10, 12 boxer, etc, etc. Se para para reabastecer, se troca pneus só de um lado, se faz carro com 2 aerofólios traseiros ? Se vai com 6 rodas….

    Mudem o nome para Desfile de F1, já que não se pode fazer o principal, acelerar, correr….

    Mundo insosso da F1 .

  29. PC Crusca disse:

    Isso aí joga o resultado de todas as corridas nas mãos de quem controla esse fluxômetro.

    Basicamente, como se fosse uma CBF/Globo/STJD da Formula 1. Vai ter corrupção, cai ter roubo, e vai ter carro mal nascido andando mais do que normalmente, principalmente se ele for vermelho e pilotado por um sujeito picareta que já forjou acidente para ganhar corrida.

    Será que nem na Formula 1 vai dar pra confiar mais?

  30. Chupez Alonso! disse:

    A FIA (Ferrari Interesses Automobilísticos) ainda vai acabar com a F1 com essa sua mania de beneficiar permanentemente a Ferrari. Eu, se fosso o presidente da Red Bull, mandava Eclestone e cia enFIAr esse fluxômetro bem no meio do cururu e iria investir meu dinheiro em corridas de lanchas, de aviões, de foguetes, iria tentar ir pra Lua, Marte… Pra quê ficar fazendo papel de idiota?

    A F1 do jeito que está não dura mais 10 anos. Essa picaretagem desmedida para fazer Ferrara/Asonso campeão vai ser a derrocada definitiva. E o Bernie vai ver a queda da cadeia.

    • Chupez Alonso! disse:

      “No caso dos rubro-taurinos, a unidade instalada no carro de Ricciardo teve problemas nos treinos livres de sexta-feira. Autorizada pela FIA, a equipe trocou a peça para o sábado, com a substituta também fazendo medições errôneas. A entidade, então, pediu para que a original fosse remontada no RB10, já em regime de Parque Fechado após a classificação, e orientou a Red Bull no sentido de que uma compensação fosse aplicada aos dados para garantir que o time corresse dentro do regulamento no domingo.

      A FIA afirma que, durante a prova, avisou que o time estava com um fluxo de combustível acima do permitido, dando-lhe a chance de corrigir a irregularidade, o que não foi feito. A entidade admitiu que seu sensor não funcionou coerentemente, mas reiterou que uma equipe só poderia utilizar outro método caso fosse autorizada.”

      Hein!!? A porra toda falhou e a equipe tem que manter o que está assumidamente funcionando errado?

      • Allez Alonso! disse:

        Ignorante.

      • Chupez Alonso! disse:

        Dói, num dói? Há quase 10 anos só levando fumo, vc ainda consegue sentar?

        O maior Vice campeão de todos os tempos já tentou de tudo, com ajuda da FIA, para alcançar a glória: McLaren, espionou Ferrari, Renault, armou o maior escândalo da história da F1, Ferrari, e nada de ser campeão.

        O Seachando Alonso é o piloto marketing. As alonsetes piram, mas este ano vai ser fumo de novo. Aumente seu estoque de KY…

      • Allez Alonso! disse:

        Meu irmão, toma um rumo! Se toca idiota, você leva o blog muito a sério. Vai trabalhar, estudar, namorar, foda-se Ferrari, Alonso, F1, isso influencia muito a sua vida, você deve ser extremamente infeliz, falando sozinho aqui no blog. Só fala merda, nunca agrega nada, parece uma bichinha enrrustida apaixonada pelo Alonso.

      • Eltontoptec disse:

        Quanto mais o tempo passa, mais as coisas vão se encaixando.

        Encantadora sua resposta educada e concisa, frente a alguns
        fatos que você parece não ter argumentos pra refutar. Ninguém teria. São fatos.

      • Chupez Alonso! disse:

        kkkkkkkkk isso foi uma auto-crítica!? Acorda dessa tua Matrix em que vives! Veja os comentários abaixo…!

      • Paulo Pinto disse:

        E o “Nando Pilantra” vai perder mais um campeonato, desta vez, para outro alemão…

      • luiz carlos barbosa disse:

        Isso é pior que aquele tal de controle de tração que foi proibido e tinha no carro , mas Briatore falava que não usava segundo a FIA. kkkkkkkkk

  31. A.Vandelay disse:

    Minha esperança é que a F1 chegue num ponto insuportavelmente chato que alguém um dia resolva resgatá-la e fazer tudo voltar a ser como antigamente.

    Estamos perto!

  32. Fernando Carvalho disse:

    Parece aquelas “trapizongas ” que prometem reduzir o consumo, aumentar a potencia e bla-bla-bla…..e que voce compra no e-commerce….

  33. roxxonvaldez disse:

    legal tudo isso…estamos chegando a um era que os carros de f-1 terão de correr parados, empurrados pelo vento, qualquer aceleração devido a potência do equipamento será banida. enfim temos coisas mais importantes a pensar pois no brasil absurdos piores acontecem com pessoas sendo arrastadas pelas ruas, falatório de golpe militar, uma gasolina nacionalizada que é das mais caras do mundo. o fluxómetro de noticias aqui anda bem pior. a red bull vai dar jeito nisso tudo e disputar o campeonato. enquanto aqui…nada feito.

    • thiago disse:

      A não ser que eu, você e todo mundo façamos algo. Começando por colocar por terra a síndrome de vira-lata do “nada feito”. Não estou falando sobre a F1 e nem sobre o “Tente outra vez”, mas sim sobre o tente o certo dessa vez. Seus netos agradecem.

    • Mathias Aguiar disse:

      você não entendeu, isso é para igualar a entrada de gasolina no motor por igual para todas as equipes, tentando fazer assim ter mais disputas, por isso que a RBR levou vantagem.

      • Luiz disse:

        Ufa! Alguém entendeu. Função parecida, entre outras, tinha outro componente, bem diferente desse: as válvulas pop-offs da Indy, que eram sorteadas antes das corridas justamente por não terem desempenho idêntico. Fluxômetros deveriam ser sorteados também, até funcionarem com perfeição. Ninguém reclamava das válvulas.

        E se ninguém compreende o funcionamento técnico de um F1 ou é porque não gosta de automobilismo (pachecão), não pesquisa, não procura saber, ou é porque a imprensa especializada não é tão especializada assim.

        Mathias conseguiu explicar em uma frase o que meses de reportagens, especiais, infográficos e etc. não conseguiram.

        E alguém por aqui já escreveu, a F1 sempre foi complicada, sempre foi tecnologicamente mais avançada, em cada época, e sempre tentou igualar os carros para que se destacassem os pilotos. Nos últimos 10/15 anos errou a mão, exagerou e acabou conseguindo o contrário.

  34. Spectreman disse:

    Sinais com frequência de 5 Hz são INFRAssônicos, não ultra. Pra ser ultra teriam que ter frequência superior a 20 mil Hz. Erraram no número ou na palavra.

    • Sergio disse:

      Sensores desse tipo são ultrasonicos mesmo, não infra. Isso não está errado.

      Além de veículos automotores de todo tipo, as indústrias utilizam sensores similares a esse para controle de processos automatizados (consumo de água, por exemplo).

      5Hz, ou 5 vezes por segundo, é o número de leituras do fluxo de combustível (naquele instante de tempo) que este sensor envia para o(s) computador(es) que o gerencia(m), que podem ser o do controle do próprio motor (centralina), os da telemetria da equipe e, é claro, os servidores da FIA. Depois de recebidos provavelmente ainda é calculada uma média aritmética entre eles para o conhecimento do consumo instantâneo por hora e também realizada uma integração para conhecimento do consumo total durante a prova.

      Quanto mais turbulento o fluxo do combustível por dentro do sensor, mais difícil realizar uma leitura correta, pois podem haver curtíssimos picos de fluxo entre as leituras que passariam despercebidos. Inclusive, no início dos testes da F1 esse ano, essa frequência era de 10Hz, mas a FIA alterou para 5Hz. Quanto maior esse número, mais exata é a leitura, mas por outro lado também demanda mais recursos do computador que está lendo o sensor. O problema da falta de exatidão reclamada pelas equipes pode estar aí.

      • Spectreman disse:

        Grato pelo esclarecimento, Sergio. Mas há de convir, a enunciação é no mínimo ambígua. Bastava substituir o confuso (e pedante) “com frequência de 5 Hz” por “5 vezes por segundo”. Mais claro, mais conciso. “Win-win”, como dizem os anglo-americanos.

    • Allez Alonso! disse:

      Vídeo que explica o funcionamento de um medidor de fluxo ultrasonico:
      http://www.youtube.com/watch?v=JUA3o5MgEmk

    • Allez Alonso! disse:

      Isso vale pra todos os fluidos, ultrasonico é o termo usado pela FIA .

      • Allez Alonso! disse:

        Na verdade eu to te perguntando, não afirmando…

      • Spectreman disse:

        Valeu o tube. A coisa é mais complicada do que eu pensava, só tinha visto o quadro postado aqui no blog, mas lendo a matéria no site (e com a ajuda do video e do post do Sergio), acho que entendi. A medição do fluxo é feita com sinais ultrassônicos, 5 vezes por segundo. Já o envio dessas medições é feito presumivelmente por rádio mesmo (o que faz muito mais sentido). A frequência de rádio usada é irrelevante no caso – desde que, suponho, não seja a mesma usada por outros aparelhos (celulares, wifi, rádio convencional, tv, etc.).

  35. Valente disse:

    A Formula 1 versão Play Station está cada dia mais chata… guiar e acelerar está se tornando absolutamente secundário.

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