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Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

54 Comentários

  • Calma galera, isto é normal. Senna teve muito mais exposição pública que Piquet e Fittipaldi. Se for feita uma pesquisa na rua agora, 99% dos guris de 15 anos sabem quem foi Pelé, mas não fazem ideia de quem foram Rivelino ou Garrincha.

  • O “novo Luciano Burti”.

    Após a confirmação de que não competirá em toda a temporada 2014 do WEC [campeonato mundial de endurance], Bruno Senna foi anunciado pela emissora britânica Sky Sports como analista de Fórmula 1. O piloto, de 30 anos de idade, competiu na categoria entre 2010 e 2012 e defendeu as equipes HRT, Renault e Williams.

    As primeiras informações dão conta de que Bruno participará do programa F1 Show e fará a cobertura no local dos GPs da Malásia, China, Hungria, Cingapura, Rússia, Estados Unidos e Brasil. Vale lembrar que neste ano completam-se 20 anos da morte de Ayrton Senna – tricampeão mundial e tio de Bruno.

    A assessoria de imprensa de Bruno Senna confirmou que – no WEC – o piloto participará das 24 Horas de Le Mans, no mês de junho, e de mais uma prova na temporada a ser confirmada.

  • Duas pessoas ótimas nessa foto! Ótimo caráter, fazem jus ao nome do tio!
    Gostaria de ver Bruno Senna na F1 mais tempo, acho que não deu tempo dele relaxar e guiar mais focado.
    Tive a oportunidade de vê-lo em Interlagos, com a Lotus, gostei do que vi, tinha bastante coragem! O resto é treino …

  • Vou morrer sem entender o que é ganhar um carnaval!!! Vitória em carnaval é o que? Carnaval, até onde sei, é uma festa para se divertir. Campeonato!? De que, meu Deus do céu?

    Super legal esse negócio de uma festa de 80 minutos com a mesma música, gente sentada vendo, gente passando tensa e nervosa sendo avaliada por um monte de gente que nunca soube o que é se divertir e são os entendidos de carnaval. E ainda tem um campeão!

    O que pensei que era uma festa é um esporte. Eita. Vou morrer sem entender.

  • Não sei nada de carnaval, sou uma besta quadrada no assunto, mas assisti a Unidos da Tijuca e, sinceramente, o enredo não foi sobre o Senna, me decepcionei e achei muito fraco. Tinha um ou outro carro/ala sobre ele, mas o resto era um monte de besteira: leopardo, dick vigarista, corrida maluca. A escola fez o marketing com o nome do Senna, mas o enredo era ao meu ver sobre o tema “Velocidade”.

  • Estava zapeando, e paro um instante pra ver quem estava desfilando… Vejo fantasias da Corrida Maluca, caras trajados como o Usain Bolt e, finalmente, vejo que o negócio todo era em homenagem ao Senna. Aí vem o Luís Roberto e solta um indefectível “ah, aquelas manhãs de domingo!”.

    PQP, DEIXEM O CARA DESCANSAR EM PAZ!

  • Aos recalcados só uma palavra F#$%-SE, não tinha duvidas nenhuma que surgiriam teorias para a vitória da Unidos da Tijuca, pisaram nos calos de alguns torcedores qua devem ter feito muita figa e colocado muito olho gordo para a unidos da Tijuca perder, mas em parte concordo, falta uma homenagem ao Emerson Fittipaldi, pois além de abrir as portas do automobilismo mundial a outros brasileiros é uma pessoa simpática e humilde, Senna não foi homenageado somente pelos titulos, foi por toda sua vida dentro e fora das pistas, mas alguns não se conformam com isso, é uma pena, mas como já comentaram aqui não estou nem ai para os que estão chorando de raiva e arrancando os cabelos!!

  • Não adianta chorar pq não falam ou homenageiam “como se deve” Piquet ou Emerson Fittipaldi pois ambos têm apelo maior pra quem é do ramo automobilístico. Senna, por sua vontade ou não, transcendeu o automobilismo, foi ou é admirado por quem nunca viu uma corrida inteira.
    Valha ou não a comparação, alguém se lembra quem foi papa antes do João Paulo II? Isso não quer dizer que foram maus “Papas”.
    Talvez se o automobilismo fosse mais bem tratado e valorizado no cenário nacional, haveria maiores lembranças de todos os grandes pilotos pelo menos.

      • sim.
        o JP I foi assassinado porque recebeu informações sobre o a atuação do banco do vaticano à época (lavagem de dinheiro, máfia, essas coisas que duram até hoje e derrubaram o ratzinger), e iria sanear a instituição. aí envenenaram ele.
        é sempre interessante saber a história, seja do automobilismo, da música, seja história geral.
        ajuda a colocar os fatos e personagens em perspectiva, e ajuda a não cair em idolatrias.
        a idolatria (senna, beatles, JP II) turva a real importância do personagem, exagera fatos e ignora as falhas das pessoas.

  • O lançamento da nova Williams está próximo…. Ela lançou no twitter algumas pistas de que irão revelá-la brevemente. Aí finalmente acaba a estória da Martini:

    pic.twitter.com/ilnKA2Mjhn

  • caramba, a matéria do grande premio disse que foi ruim o desfile deles, e ganharam?! hahahaha
    que bizarro. achei que tinha sido maior fiasco.

    mais chatos que as viúvas são os anti viúvas! pqp!

  • Uma pergunta fica martelando na minha cabeça?

    Já homenagearam Pelé, Zagallo, Zico, Ronaldo…Senna…Ok, mas será que os títulos (SOMADOS SÃO 5) e a história de Fittipaldi e Piquet no automobilismo mundial não valem nada?

    Piquet tricampeão de F1, duas vezes Vice-campeão e VIVO.

    Fittipaldi Bicampeão de F1 (lembrando que poderia ter um terceiro campeonato no cv, mas ‘largou mão’ para um título póstumo um ‘colega’ de F1), vencedor das 500 milhas de Indianápolis e VIVO.

    Será que não dá “Ibope”? É por isso?

    Ou será preciso morrer para alguém lembrar que os caras estão vivos, merecem reconhecimento e tem A MESMA IMPORTÂNCIA de Senna para o automobilismo brasileiro?

    Cansado sempre do mesmo clichê sobre o mesmo personagem.

    O Brasil na F1 começou só depois do primeiro título de AS?

    Parabéns á família do falecido pela homenagem. Bela “estratégia” da escola de samba.

    Eu acho um p… clichê apelativo.

    E pouco me importando com quem vai chorar, resmungar e reclamar da minha opinião.

      • Jochen Rindt, 1970.

        é isso, certo John Player? não olhei wikipedia nem nada, não me lembro de nada póstumo depois disso…

        APM e Special, vocês devem ser da turma que acha que F1 começa (e de certa forma termina) com a era Senna. Vocês não imaginam as histórias e corridas que aconteceram antes (e depois) do Senna.

        You Tube está aí. Experimentem ver. É impressionante…

      • engana te quando dizes isso Pedro, minha primeira pergunta foi justamente nesse sentido. Quando Rindt morreu, émerson estava recém entrando na F1, testando no carro do próprio Rindt nos treinos livres, e após sua morte assumiu o posto na Lotus de piloto titular e venceu em Glen, no que foi nitidamente a diferença nos pontos entre Rindt e Ickx, portanto Émerson não desistiu do título como mencionado anteriormente.

        Essa foi minha pergunta-pegadinha…mas enfim, estás certo quando dizes que póstumo foi Rindt, pois foi o único…mas no resto não está.

        Grande Abraço!!

      • Deixe-me corrigir e informar corretamente:

        Era 1969, se não me engano.

        No final daquele ano, em Monza, seu companheiro de equipe, o austríaco Jochen Rindt, pediu que Emerson amaciasse seu carro para a corrida do dia seguinte.

        Fittipaldi, no carro de Rindt, sofreu um acidente destruindo o carro do companheiro impossibilitando a sua utilização na corrida. Como Rindt liderava o campeonato, o chefe da equipe deixou Emerson de fora da corrida e Jochen Rindt competiu com o carro dele, mas o piloto austríaco faleceu num acidente que poderia ter matado Fittipaldi. A Lotus, de luto, retirou-se por duas corridas e voltou no penúltimo GP da temporada, em Watkins Glen. Nesse dia, Emerson venceu sua primeira corrida e, ao mesmo tempo, dificultou seus adversários de alcançarem a pontuação de Rindt, que assim sagrou-se campeão mundial postumamente.

        Na verdade, Emerson correu para garantir o título póstumo de Hindt.

        O que não deixa de ser também um motivo de elogios e prova de caráter, companheirismo e espírito de coleguismo, espírito de equipe.

        Fittipaldi também lutou para melhorias nas condições de segurança dos pilotos, da estrutura de socorro nos circuitos…

        Enfim, também teve importância fora das pistas para a F1.

    • Não desmerecendo a homenagem a Ayrton Senna, concordo com John Player que as vitórias do Brasil na F1 começaram com Emerson, infelizmente Pace faleceu cedo, e se consolidaram com Piquet e Senna em seguida. Rubinho e Massa também nos propiciaram momentos de grande emoção, mesmo com a politicagem reinante na Ferrari.

      Mas Emerson e Piquet são esquecidos pelo povão que não entende de automobilismo. E para matar as saudades do que ambos já nos deram em matéria de emoções fortes, relembremos:

      I) Emerson Fittipaldi

      1973 – Formula 1 – Interlagos (eu estava na arquibancada)
      http://www.youtube.com/watch?v=2n38_gd4Jfc

      1989 – Indy – 500 Milhas de Indianápolis
      http://www.youtube.com/watch?v=MJkJaQZH7VI

      II) Nelson Piquet

      1976 – Formula Super Vê – Nelson Piquet X Alfredo Guaraná
      Piquet passa Guaraná POR FORA na Curva do Sol
      http://www.youtube.com/watch?v=6LGgk5pb3kA

      1986 – Formula 1 – GP da Hungria – Nelson Piquet X Aurton Senna
      Sem palavras … inesquecível. Video com depoimento de Piquet.
      http://www.youtube.com/watch?v=htQM5dDQ_lI

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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