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segunda-feira, 3 de março de 2014 - 0:11Antigos em geral

O REI DOS DODGES

SÃO PAULO (pior que eu) – Não conheço pessoalmente o Alexandre Badolato, mas o que ele faz em nome da memória dos Dodges brasileiros é algo admirável. Leiam essa história do último Polara produzido no blog “Museu do Dodge”. Perto do que ele faz, meus pequenos “causos” são brincadeira de criança.

Um dia visito a coleção dele.

ultimopolara

14 comentários

  1. Samuca disse:

    Ahhh fico até sem graça quando vejo uma maravilha dessas. Mas estou na luta, Minha Variant vai ficar legal kkkkkkkk.

  2. José Brabham disse:

    O Polara foi talvez meu primeiro sonho-de-consumo em matéria de carro.

  3. Eduardo Britto disse:

    Em 1989 eu tinha um Doginho com essa cor mesmo (lembro porque levei minha mulher pra maternidade com ele). Depois troquei por um amarelo-gema que parava o trânsito de tão bonito… Os doginhos eram baratos, acessíveis. Será por causa daquele estranho carburador que parecia uma garrafinha? Na época havia duas mecânicas especializada neles, a Polara, no comecinho da av. Cruzeiro do Sul (que eu usava, o mecânico era um tal Batista, meio mal-encarado…) e uma na av. Independência, na Cambuci. Separei da mulher, nunca mais tive doginhos… mas foram bons tempos…

  4. gilberto v. de sousa disse:

    Na argentina algum tempo atrás,usavam o motor do dodge polara 1.8 modificado para corridas no campeonato sulamericano de formula 3,e andava bem .

  5. ALEX B. disse:

    A descontinuação do Dodginho foi daquelas que eu nunca entendi! Pra mim, foi o maior sucesso da Dodge na América Latina e o carro era muito bom! O cambio então, um doce!
    Vai entender…

  6. Fred disse:

    Flávio: seria bacana se você fizesse um post/série dedicada à sua coleção, não acha?

  7. Edu Brasil disse:

    Muito legal a reportagem adorei ver esses carros, um vizinho meu teve um desses e qdo era criança adoravamos ajudar ele a lavar o carro. isso faz tempo.

  8. Thiago disse:

    Chamar o Alexandre de “apaixonado” é desmerecer o seu trabalho. É realmente algum incrível o que ele faz, acho que o único no mundo, tamanha a dedicação.

  9. Pedro disse:

    É verdade que os últimos modelos fabricados sob comando VW foram equipados com faróis da linha BX? Por isso parecem mal encaixados. Esse carro foi fabricado na Argentina com logo VW até meados dos anos 90.

  10. Antonio Seabra disse:

    Bacana Thiago, não sabia que você tinha um !!
    Eu tive 2, e ainda teve um terceiro que…bom , isso é outra historia, rs,rs,rs
    Sou apaixonado por esse carro !

    Antonio

  11. Mario Buzian disse:

    Conheço o Alê Badolato há um bom tempo, é um grande amigo, entusiasta e a coleção de Dodges dele é a maior do Brasil. Nunca estive no Museu, mas por pura falta de tempo – conheço boa parte dos carros expostos, ou quando ele comprou, ou quando estavam com amigos nossos espalhados pelo Brasilzão afora.
    Realmente essa coleção vale MUITO a pena conhecer, pois engloba não só os “grandes” Dodges nacionais, mas também uma boa parte do início da Chrysler no Brasil, quando passaram a fazer os Regente, Esplanada e GTX (antes dos Dart, que chegaram em Outubro de 1969), e também alguns raros veículos comerciais, tais como a picape D-100 cabine dupla e um caminhão-bombeiro que está em finalização de restauro.
    E como “cereja do bolo” alguns dos mais importantes e representativos Mopars importados, como por exemplo as versões originais de design da carroceria adotada por aqui (1967), mas modelos diferentes como o cupê com coluna e o conversível, além de Plymouths, Dodges e até dois Valiant australianos (!!!), sendo um cupê e outro “UTE”, uma picape, ambos com volante do lado direito.
    É um passeio pra passar o dia curtindo…

  12. Thiago Sabino disse:

    Nossa..

    Dodginho Polara
    O nome dessa cor? Marrom-iguaçu, o primeiro nome de cor que aprendi, de tanto meu pai repetir nas lojas de tinta.

    O nosso é exatamente dessa cor..tá meio judiadinho, mas ainda vou recuperá-lo.

    Uma parte da minha vida tá dentro desse carrinho.

    Jamais será vendido. Uma parte da vida da gente nunca deve ser vendida.

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