O REI DOS DODGES

SÃO PAULO (pior que eu) – Não conheço pessoalmente o Alexandre Badolato, mas o que ele faz em nome da memória dos Dodges brasileiros é algo admirável. Leiam essa história do último Polara produzido no blog “Museu do Dodge”. Perto do que ele faz, meus pequenos “causos” são brincadeira de criança.

Um dia visito a coleção dele.

ultimopolara

Comentários

  • Em 1989 eu tinha um Doginho com essa cor mesmo (lembro porque levei minha mulher pra maternidade com ele). Depois troquei por um amarelo-gema que parava o trânsito de tão bonito… Os doginhos eram baratos, acessíveis. Será por causa daquele estranho carburador que parecia uma garrafinha? Na época havia duas mecânicas especializada neles, a Polara, no comecinho da av. Cruzeiro do Sul (que eu usava, o mecânico era um tal Batista, meio mal-encarado…) e uma na av. Independência, na Cambuci. Separei da mulher, nunca mais tive doginhos… mas foram bons tempos…

  • É verdade que os últimos modelos fabricados sob comando VW foram equipados com faróis da linha BX? Por isso parecem mal encaixados. Esse carro foi fabricado na Argentina com logo VW até meados dos anos 90.

  • Conheço o Alê Badolato há um bom tempo, é um grande amigo, entusiasta e a coleção de Dodges dele é a maior do Brasil. Nunca estive no Museu, mas por pura falta de tempo – conheço boa parte dos carros expostos, ou quando ele comprou, ou quando estavam com amigos nossos espalhados pelo Brasilzão afora.
    Realmente essa coleção vale MUITO a pena conhecer, pois engloba não só os “grandes” Dodges nacionais, mas também uma boa parte do início da Chrysler no Brasil, quando passaram a fazer os Regente, Esplanada e GTX (antes dos Dart, que chegaram em Outubro de 1969), e também alguns raros veículos comerciais, tais como a picape D-100 cabine dupla e um caminhão-bombeiro que está em finalização de restauro.
    E como “cereja do bolo” alguns dos mais importantes e representativos Mopars importados, como por exemplo as versões originais de design da carroceria adotada por aqui (1967), mas modelos diferentes como o cupê com coluna e o conversível, além de Plymouths, Dodges e até dois Valiant australianos (!!!), sendo um cupê e outro “UTE”, uma picape, ambos com volante do lado direito.
    É um passeio pra passar o dia curtindo…

  • Nossa..

    Dodginho Polara
    O nome dessa cor? Marrom-iguaçu, o primeiro nome de cor que aprendi, de tanto meu pai repetir nas lojas de tinta.

    O nosso é exatamente dessa cor..tá meio judiadinho, mas ainda vou recuperá-lo.

    Uma parte da minha vida tá dentro desse carrinho.

    Jamais será vendido. Uma parte da vida da gente nunca deve ser vendida.